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Por que todas as
coisas são assim?
A visão
prevalecente na mídia, nas escolas públicas e no meio da sociedade de
hoje é que a Bíblia não é verdadeira, que nenhuma pessoa letrada
acredita em Deus e que a ciência é a chave dos mistérios da vida. A
mentira da Evolução torna-se tão profundamente implantada que
libertar-se da mesma está cada vez mais difícil. O mundo rejeita o que
“Deus diz” e aceita o que “a ciência diz”, como sendo a verdade
definitiva. Poucos são os que verificam que a ciência não pode responder
as perguntas importantes: por que o universo e a vida existem e porque
toda criança sabe a diferença entre o certo e o errado e acredita que
Deus existe, até que seja “melhor” ensinada?
Poucos conhecem o
que os grandes cientistas admitem. Max Planck, o pai da
Teoria Quantum,
declarou:
“A ciência não
pode resolver o principal mistério da natureza”.
(1). Não sabemos o que o tempo, a matéria ou a energia são de
fato e muito menos sabemos o que a alma e o espírito são.
Por que? Estes não
podem ser atribuídos ao universo, mas ao Criador. Ninguém pode
“discutir” com um terremoto ou um furacão. Não existe simpatia na
“natureza”. O laureado Nobel Erwin Schrödinger, um dos arquitetos da
mecânica
Quantum,
escreveu:
“O quadro científico do mundo ao meu redor é ... terrivelmente
silencioso sobre tudo isso... realmente nos importa... Ele nada entende
de beleza e de feiúra, de bem e de mal, de Deus e de eternidade... De
onde eu vim e para onde eu vou? A ciência não tem resposta alguma para
isso”.
(2). A ciência nada entende de verdade - apenas de fatos
físicos. Lee Smolin, membro fundador do
Perimeter
Institute for Theoretical Physics,
em Waterloo, Canadá, disse:
“Por que uma
criança pergunta: ‘o que é o mundo?’ Nós literalmente nada temos a
dizer...”
(3). A pergunta “por que?” irrita os ateus, pois aquele que a faz
decide o propósito para tudo que é feito. Sem um Criador a vida e o
universo não têm sentido. Sem Deus não existe razão alguma para o bulbo
de uma rosa ou para a neblina que o torna viçoso ao sol da manhã - ou
para qualquer outra coisa que amemos ou apreciemos, inclusive a própria
existência humana. Por
que todas as coisas são assim?
Porque Deus é como Ele é. Mas, quem é esse Deus? Ele é Zeus, o deus dos
gregos, Brahma, o deus dos hindus, Alá, o deus dos muçulmanos? Isso
importa? Não podemos apenas reconhecer um “poder maior”? Contudo,
“maior do que o que?” Do que o poder? Nenhum poder impessoal poderia
criar seres pessoais. Também força nenhuma poderia conceber nem
descrever em palavras o que é o DNA e as diretrizes para construir e
operar todos os seres vivos. O ateísmo conduz a inúmeros absurdos
promovidos por pessoas consideradas inteligentes. Sir Francis Crick,
laureado com o Nobel como descobridor da linguagem do DNA, inicia assim
o seu livro
“The Astonishing
Hypothesis”
(A Espantosa Hipótese):
“Vocês, suas
alegrias e tristezas, seus membros e ambições, seu senso de identidade
pessoal e livre vontade são, de fato, nada mais que o comportamento de
uma vasta assembléia de células nervosas e suas associadas moléculas”
(4).
Se esse é o meio
pelo qual o universo nos fez, por que Crick o chama de espantoso? Ele
sabe que isso contraria o senso comum. Contudo, para manter o seu
ateísmo, ele deve persistir nessa loucura. Mesmo assim, a maioria das
pessoas refutará com firmeza a descrição de Crick. Toda pessoa
inteligente sabe que ela pesa cuidadosamente suas escolhas, experimenta
alegrias, tristezas, esperanças, ambições, temores, remorsos,
arrependimentos, os quais são muito reais. Assim mesmo, a ciência afirma
ser um mantra sagrado, diante do qual todo joelho deve dobrar-se -
exceto os que não se dobram diante de Baal (1 Reis 19:18). O biólogo
Richard Lewontin se gloria desafiadoramente:
“Ficamos do lado
da ciência, apesar do persistente absurdo de algumas de suas
construções... Pois não podemos permitir um Pé Divino à nossa porta”
(5). O arqui-ateu e propagandista inimigo de Deus, Richard
Dawkins afirma que somos simplesmente veículos através dos quais os
“genes egoístas” se perpetuam. Contudo, ele diz que os genes não têm
previsão alguma. Não planejam o futuro. São apenas genes. Ele também
declara:
“Muitos de nós
deveriam querer acreditar de outro modo ... o amor universal e o
bem-estar das espécies... são conceitos que simplesmente não fazem
sentido evolucionista”
(6). Que admissão! Se a Evolução nos torna incapazes do
verdadeiro amor, da moral ou ética, por que admiramos tais qualidades?
Crick e Darkins parecem embaraçados diante do fato de que muitas das
qualidades humanas que cada pessoa possui não possam ter sido produzidas
pela Evolução. Não pensamos nem agimos como deveríamos, se tivéssemos
evoluído de criaturas inferiores.
A linguagem
componente no gene humano é
“idêntica em cada
particularidade à (interior) da minhoca. [Somente] a seqüência de blocos
construtores é ... diferente..."
(7). O gênio organizacional por trás do DNA está tomando fôlego.
Usando as mesmas quatro letras seguintes para as plantas, os animais e o
homem, a distinção é mantida não apenas entre todas as espécies de seres
vivos, como entre os indivíduos de cada espécie. Esse engenhoso arranjo
coloca fronteiras que tornam impossível ao DNA de uma espécie de vida
mudar-se no DNA de outra espécie.
Inquestionavelmente, a linguagem do DNA, que é a base de toda vida, não
pôde nem jamais poderia evoluir. A semelhança entre o DNA do homem e o
de todos os animais não evidencia mais que o homem evoluiu dos animais
do que a semelhança do DNA do homem com o da planta pode evidenciar que
ele evoluiu das plantas. Não foi a Evolução que nos fez. Foi Deus quem
nos fez. Mas os ateus, usando a Evolução como uma fuga, persistem no
temor de ter de prestar contas a Deus. A teoria de Darwin foi sua
maneira de vingar-se de um ”deus”, o qual havia permitido que sua filha
Anne morresse. O ateísmo darwinista evita que a ciência aprenda o porquê
das coisas serem como são. Sem Deus não existem repostas ao porquê de
todas as coisas. Mesmo assim, aqui estamos no espantoso universo e o
senso comum exige uma razão para a sua existência e para a nossa.
Por que todas as
coisas são como são?
Somente porque Deus, que tudo criou é como Ele é. E porque Deus é do
modo como Ele é? Porque, ao contrário dos caprichosos deuses das
religiões não cristãs, Ele se revelou a Moisés dizendo: “EU SOU O QUE
SOU” (Êxodo 3:14). Consistentemente, o Deus da Bíblia declara:
“Porque eu, o SENHOR, não mudo” (Malaquias 3:6). Deus está acima de
tudo. Ele é intocável pelo tempo e pela mudança tão evidente em nosso
mundo. Dawkins diz:
“Os genes são
apenas genes”.
Não, os genes não são auto-existentes nem eternos. Eles precisam ter um
Fabricante. Somente Deus não tem um Criador, pois Ele é o Criador de
tudo; Ele é auto-existente, não criado, imutável, perfeito, eterno,
onisciente, onipresente e onipotente. Para ser Deus, isso é o que Ele
deve ser.
Por que todas as
coisas são como são?
Porque Deus, que tudo fez, é como Ele é. Sobre o universo recentemente
criado, lemos em Gênesis 1:31: “e eis que era muito bom”. Mas
por que tudo era muito bom? Porque o Deus que tudo fez era BOM! Jesus
disse: “Não há bom senão um só, que é Deus” (Mateus 19:17). Mesmo
em seu atual estado de corrupção, o universo ainda é tão bonito que nos
emociona e nos comove profundamente, porque o Deus que o criou é BONITO!
David escreveu: “Uma coisa pedi ao SENHOR, e a buscarei: que possa
morar na casa do SENHOR todos os dias da minha vida, para contemplar a
formosura do SENHOR, e inquirir no seu templo” (Salmos 27:4).
Precisamos apreciar mais a beleza de Deus!
Por que será que
existia algo de “bom” até mesmo em um Hitler ou num Stalin? Os soldados
nazistas dos campos de extermínio, os quais ordenavam os assassinatos
dos judeus, todos os dias podiam voltar para suas casas à noite, beijar
suas esposas e brincar com os seus filhos, deleitando-se em escutar uma
ópera de Wagner. Isso porque um Deus que é bom, fez o homem à Sua
imagem (Gênesis 1:26-27). Embora o pecado tenha separado toda a
humanidade desse Deus Santo, nela ainda permanece a imagem de Deus na
qual fomos criados. Infelizmente, tudo em que o homem toca e até mesmo
ama, torna-se corrompido. [N.T. – Uma dessas coisas é a Igreja do
Senhor].
O homem que
convence uma mulher a viver com ele sem casamento, diz:
“Eu te amo”.
Contudo, o que ele está querendo dizer (mesmo sem o saber) é:
“Amo a mim mesmo e
desejo você”.
Somente, quando for tarde demais, irão descobrir que isso era apenas o
que ambos entendiam como sendo “amor”.
Por que a praga, a
decomposição e a morte nos ameaçam em toda parte? Isso também é porque
Deus é como Ele é. Sem Deus, cujo caráter revela e o condena, não
haveria pecado; e sem a lei escrita de Deus na consciência do homem não
haveria o conhecimento do pecado: “Eu formo a luz, e crio as trevas;
eu faço a paz, e crio o mal; eu, o SENHOR, faço todas estas coisas”
(Isaías 45:7).
Como poderia um
Deus bom criar o mal? Do mesmo modo como Deus é luz, Ele criou as
trevas. Uma pessoa que nasceu e morreu dentro de uma caverna, em total
escuridão, jamais saberia que estava vivendo no escuro, até que alguém
lhe mostrasse a luz. A luz revela imediatamente a escuridão pelo que ela
é; a perfeição sagrada de Deus revela o mal, pelo que Ele é. A freqüente
memória do paraíso perdeu sua fugaz permanência no coração do homem. Por
que deveria ser assim? Porque o Deus que é bom também é santo e justo -
e o homem feito à Sua imagem se rebela.
O que dizer do
tormento eterno no Lago de Fogo? Isso também é porque Deus é amor e é
justo. Ele criou o homem para viver eternamente na alegria do Seu amor,
não como um “extra”, mas como sua exata vida. Os que rejeitam o Seu amor
destinam-se ao tormento eterno de uma sede abrasadora por Aquele que os
criou para Ele mesmo. O céu será a eterna satisfação “da água da vida
... que procedia do trono de Deus e do Cordeiro” (Apocalipse 22:1).
O inferno estará eternamente morrendo de sede abrasadora, de sede de
Deus, com o horrendo conhecimento do pecado da rebelião de alguém,
verificando que ali se encontra apenas por ter rejeitado a Cristo.
"Deus é amor"
(João 4:8,16). O amor é a essência do Seu Ser. Ele nos ama e deseja
perdoar-nos; mas Ele também é justo e santo. No caso de Deus perdoar os
pecadores sem a total penalidade do pecado ser paga, isso iria
contradizer a Sua justiça e torná-Lo nosso comparsa no mal. Cristo
pagou totalmente a penalidade pelos nossos pecados - Mas o perdão deve
ser voluntária e alegremente recebido. Deus jamais forçará pessoa
alguma a entrar no céu.
Os ateus zombam:
“Como
poderia um Deus bom criar este mundo mau? Se Deus não pode deter o
sofrimento e a morte, Ele é fraco demais para ser Deus e se Ele pode e
não o faz, então ele é um monstro indigno de nossa confiança.”
Realmente, este não é o mundo criado por Deus, mas o mundo que fizemos
por causa de nossa rebelião contra Ele. Não O censurem pelo que fizemos
ao Seu mundo, que antes era perfeito! Por que Deus permitiu que o homem
se rebelasse? O fato também verdadeiro é porque “Deus é amor”. Não
podemos receber nem gozar o Seu amor, nem amá-lo em retribuição (nem nos
amarmos uns aos outros) sem o poder da escolha. O amor brota do coração.
A capacidade de dizer “sim” nada significaria sem a capacidade de dizer
“não”. Tragicamente, Adão e Eva escolheram dizer “não” a Deus e seguir
Satanás. Todo o universo sofre por causa disso: “Na esperança de que
também a mesma criatura será libertada da servidão da corrupção, para a
liberdade da glória dos filhos de Deus. Porque sabemos que toda a
criação geme e está juntamente com dores de parto até agora. E não só
ela, mas nós mesmos, que temos as primícias do Espírito, também gememos
em nós mesmos, esperando a adoção, a saber, a redenção do nosso corpo”.
(Romanos 8:21-23).
Os que rejeitam a
verdade também rejeitam Deus. Sir David Altenborough, produtor de
programas de TV, promovendo a Evolução durante décadas, argumentou:
“O Deus
em quem vocês crêem... um Deus todo misericordioso criou... um verme
parasita... que não pode viver de outro modo, senão dentro do globo
ocular de uma criança inocente na África Ocidental”
(8).
Não, essa não é a
maneira pela qual o universo existia no princípio. E durante o Reinado
Milenar de Cristo, o mundo será restaurado à sua condição original, sem
que haja animais se devorando uns aos outros, sem micróbios e parasitas
atacando outros seres vivos: “E morará o lobo com o cordeiro, e o
leopardo com o cabrito se deitará, e o bezerro, e o filho de leão e o
animal cevado andarão juntos, e um menino pequeno os guiará. A vaca e a
ursa pastarão juntas, seus filhos se deitarão juntos, e o leão comerá
palha como o boi. E brincará a criança de peito sobre a toca da áspide,
e a desmamada colocará a sua mão na cova do basilisco. Não se fará mal
nem dano algum em todo o meu santo monte, porque a terra se encherá do
conhecimento do SENHOR, como as águas cobrem o mar” (Isaías 11:6-9).
Somente em Cristo
e em Seu pagamento - sobre a Cruz - da penalidade dos nossos pecados,
encontramos a reconciliação com Deus e nossa principal significação e
propósito. “Ele estava no princípio com Deus” (João 1:2). Ó
mistério! O bebê nascido em Belém foi e há de ser sempre o
“Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da
Paz” (Isaías 9:6). Jesus disse: “Eu e o Pai somos um” (João
10:30). Como podemos entender e melhor conhecer esse Deus infinito? Ele
nos criou para Si mesmo e naturalmente temos sede d’Ele: “A minha
alma tem sede de Deus, do Deus vivo; quando entrarei e me apresentarei
ante a face de Deus?” (Salmos 42:2). Mesmo assim, os que estão em
rebelião tentam, futilmente, saciar essa sede com possessões mundanas,
prazeres e orgulho. Foi para revelar Deus ao homem como o Único que
poderia preencher esse anseio interior, que Jesus, o Filho unigênito de
Deus (João 1:14;3:16), nasceu neste mundo.
O sofrimento que
Cristo suportou nas mãos dos homens revelou o mal que existe no coração
de todos nós. Foi o castigo pelos nossos pecados que Jesus sofreu na
Cruz, sob a ira de Deus contra o pecado, que tornou possível que fossem
perdoados todos os que nEle crêem. Foi porque Ele pagou totalmente essa
penalidade em nosso lugar que Ele pode dizer: “Se alguém tem sede,
venha a mim, e beba” (João 7:37). Ele nasceu de uma virgem, como
verdadeiro homem e verdadeiro Deus: “Porque nele habita corporalmente
toda a plenitude da divindade” (Colossenses 2:9), “O qual, sendo
o resplendor da sua glória, e a expressa imagem da sua pessoa, e
sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, havendo feito por
si mesmo a purificação dos nossos pecados, assentou-se à destra da
majestade nas alturas” (Hebreus 1:3).
Paulo declarou:
“E, sem dúvida alguma, grande é o mistério da piedade: Deus se
manifestou em carne, foi justificado no Espírito, visto dos anjos,
pregado aos gentios, crido no mundo, recebido acima na glória” (1
Timóteo 3:16). Embora, só possamos entender isso parcialmente, agora, “Porque
agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora
conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido” (1
Coríntios 13:12), temos a gloriosa promessa de que quanto mais olharmos
por fé, meditarmos e compreendermos o nosso Senhor Jesus Cristo, mais
claramente O veremos e nos tornaremos semelhantes a Ele: “Mas todos
nós, com rosto descoberto, refletindo como um espelho a glória do
Senhor, somos transformados de glória em glória na mesma imagem, como
pelo Espírito do Senhor” (2 Coríntios 3:18).
A revelação de
Cristo, pela qual nossas almas têm sede, nos emociona gradualmente,
quanto mais entendemos quem Ele é em toda a Sua totalidade e o que Ele
realizou para nos reconciliar com Deus, Ele mesmo. Algo de Sua gloriosa
Pessoa é lindamente expresso nesse hino de Graham Kendrick:
Humildade e
majestade,/ humanidade e divindade,/ em perfeita harmonia - o homem que
é Deus,/ Senhor da Eternidade, habita em humanidade,/ ajoelha-se em
humildade e lava nossos pés.
O puro fulgor do
Pai, perfeito em inocência, / Contudo, aprende até à morte na Cruz,
obediência; /sofrendo para nos dar vida, /conquistando pelo sacrifício –
/ enquanto O crucificam, ora: “Pai, perdoa-lhes.
Sabedoria
inescrutável, Deus, o invisível, / Amor indestrutível, em fragilidade
aparece; /Senhor do infinito, / pairando tão ternamente. / Deixa a nossa
humanidade / para as alturas do seu trono.
Ó, que mistério,
humildade e majestade! / Ajoelhai-vos e adorai - O,/ pois este é o vosso
Deus, / o vosso Deus!
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Notas
de Rodapé:
1.
Max Planck, “The Mystery of Our Being,” in Quantum Questions, ed. Ken
Wilbur (Boston: New Science Library, 1984), 153.
2. Erwin Schrödinger, quoted in Quantum, 81.
3. Dennis Overbye, “Physics awaits new options as Standard Model idles,”
Symmetry, vol 03, issue 06, August 06.
4. Francis Crick, The Astonishing Hypothesis: The Scientific Search for
the Soul (New York: Touchstone/Simon & Schuster, 1994), 3.
5. Richard Lewontin, “Billions and Billions of Demons, The New York
Review, January 9, 1997, 31.
6. Richard Dawkins, The Selfish Gene (Oxford University Press, 30th
anniversary edition, 2006), 2.
7. Dawkins, Selfish, 22.
8. M. Buchanan, “Wild, Wild Life,” Sydney Morning Herald, The Guide,
March 24, 2003, 6.
Dave Hunt -
TBC Abril,
2007 - Traduzida por
Mary
Schultze, 11/04/2007.
Cd estudos Pr. Calvin Gardner
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