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INTRODUÇÃO
Este é um novo
curso, uma nova matéria que estou preparando agora. Estou
achando o assunto meio difícil de se tratar porque “Costumes
Hebraicos”, são ligados com toda história e a religião judaica.
Para tratar
com todos os “Costumes Hebraicos”, seria necessário começar com
a chamada de Abraão. Obviamente, não tenho tempo de tentar
detalhadamente neste assunto tão vasto. Entretanto, vou lhes dar
uma lista de todas as coisas que deviam ser mencionadas.
1.
A aliança com Abraão e os seus
descendentes.
2.
A lei (Aliança Mosaica –
condicional) (3 partes: moral, cerimonial, social).
3.
O Sábado (sua origem, seu
desenvolvimento, hoje em dia).
4.
O tabernáculo.
5.
Os sacrifícios.
6.
O sacerdócio.
7.
As festas (Bíblicas / Extra
Bíblicas).
8.
O templo (os templos).
9.
A sinagoga.
10.
As divisões em judaísmo.
11.
A Bíblica.
12.
O Talmud (A Mishna, A Gemara, A
Kabala)
Para complicar
a situação, os “Costumes Hebraicos” que foram observados
estritamente antigamente, passaram por várias modificações até
que hoje em dia há uma grande diferença na observação destes
costumes.
Escolhi
certos “Costumes Hebraicos” para tratar neste curso. São os
seguintes:
1.
O Sábado.
2.
A Circuncisão.
3.
As Leis Dietéticas (Kosher).
4.
Bar Mitzvah (Confirmação como filho
da lei).
5.
Casamento.
6.
Sepultamento.
7.
Símbolos de Judaísmo (Estrela de
Davi, Tefillin, Tallith, Yarmulke, etc...).
8.
As festas de Israel (Bíblicas e
extra-bíblicas).
9.
A Sinagoga (Os seus ministros e o
seu ministério).
10.
A Restauração de Israel pode
significar mais modificações nos “Costumes Hebraicos”, se o
templo for restabelecidos etc...), voltarão a observa-los como
antigamente?
Roberto J.
Brennan
“O SÁBADO”
O que mais distinge Israel e o povo judeu das
nações é a observação de Sábado.
Então, o
estudo de Sábado merece o mossa consideração. Vamos considerar a
:
1.
Sua origem.
2.
Sua importância.
3.
Seu desenvolvimento.
4.
Sua observação em nosso dias.
5.
Seu motivo ou propósito.
6.
Dado para quem?
7.
Permanente ou temporário?
Sua Origem
A primeira menção de Sábado ou o sétimo dia e acha em Gên. 2:2
–3. A Bíblia nos ensina que Deus santificou o sétimo dia e
descansou de toda a sua obra com Criador nesse dia.
Então, é bem claro que Deus santificou o sétimo dia para
comemorar sua obra de criação. Êxodo20:11. O povos antigos tinham o costume de observar os sábados,
especialmente em Babilônia. Eles observaram os dias 7, 14, 19,
21, 28 de cada mês. Até o rei não podia fazer certas coisas no
dia que eles chamaram sabatu. Mas em babilônia foi ligado com
astrologia mais do que qualquer idéia de agradar Deus. Dia 19
foi observado também porque 19 adicionado com os 30 dias do mês
anterior em 49 ou 7 x 7 o número sagrado.
Sábado e a Nação de Israel
Conforme o ensino em Êxodo16:23-29, o Sábado já era uma
instituição, pelo que, quando os dez mandamentos forma
transmitidos, o Sábado não foi proposto como se fosse uma nova
Lei
Embora que a idéia de observar os Sábados foi comum antes da
Lei, eu orei – que os seu detalhes específicos foram
estabelecidos pela primeira vez no – conteúdo da Lei que foi
entregue no Sinai para Israel. É importante notar – que a Lei,
inclusive o Sábado, foi dado só a Israel. Êxodo20:8-11.
Em hebraico a palavra Sábado é shabbat: e significa: Cessar ou
Descansar. Era para ser principalmente um dia de descanso de todo o
trabalho e de todo um dia dedicado a renovação Espiritual e
Adoração a Deus. Isto era o propósito do Sábado.
A próxima menção do Sábado se encontra em Êxodo. 31:12-18. Aqui,
vemos a importância do Sábado na vista de Deus. Deus obrigou
Israel a guardar os seus sábados com pena da morte se
profanarem. Era para ser sinal entre Deus e Israel e como uma
aliança perpétua em suas gerações.
A ordem era guardar os sábados vem repetida muitas vezes no
Antigo Testamento.
Lev. 16:31; 19:3 e 30; 23: 3, 11, 15-16 , 32, 38; 24:8; 25:2,
4, 8; 26:2, 34-35, 43; etc.
Será que Deus mataria alguém só por trabalhar um pouco no dia de
Sábado? Vejamos o que aconteceu com um homem que violou o
Sábado. Números 15:32-36.
Israel nem sempre guardou o Sábado. De fato, um famoso rabio,
Achad Haam disse: “O SÁBADO GUARDOU ISRAEL MAIS DO QUE ISRAEL
GUARDOU O SÁBADO”.
O Seu Desenvolvimento
Os judeus observavam o Sábado de um modo geral. Não trabalhavam
e dedicavam o seu dia para adoração do Senhor. Mas o descanso
não era estritamente ou rigidamente observado. O povo viaja
percorrendo a terra. Eles passavam sem as – restrições que
vieram mais tarde. De fato a observação de Sábado degenerou
tanto que foi um das maiores razões porque deus permitiu
Nabucodonozor de atacar vencer Israel. (Jeremias 17:19-27).
Em Babilônia
Os judeus começavam a dar mais ênfase sobre o Sábado de que
nunca. Alguém tem uma idéia sobre o porque? Respostas: Em
Babilônia foram despojados de seu templo e dos sacrifícios e da
sua adoração cerimonial.
Surgiam homens, tais como Esdras e Neemias que queiram obedecer
os preceitos de Deus. Os preceitos como circuncisão e o Sábado
podiam ser observados. Sendo assim, é claro, o porque
circuncisão tornaram-se os primeiros símbolos de judaísmo.
Podemos ver um grande contraste entre os que foram levados em
cativeiro com os que foram na terra em relação ao Sábado.
Vejamos o que Neemias encontrou quando voltou a Jerusalém.
(Neemias 13:15-22).
Em Jerusalém no tempo de Cristo.
Um sacerdote, ficando na torre do tempo tocou a trombeta como o
sinal de cessar o trabalho e começar o Sábado descanso.
Nas outras cidades, um judeu no teto da sinagoga tocou sua
trombeta seis vezes!
A Primeira vez: para os obreiros no campo ao redor de cessar os
trabalhos.
A Segunda vez: as lojas na cidade fecharam-se.
A Terceira vez: avisou as senhoras da casa para tirar as
panelas dos fogões e – embrulha-las para preservar a comida
quente, e para acender as velhas no Sábado.
Depois veio um intervalo e a trombeta foi tocada três vezes em
sucessão, rapidamente que significava o começo do Sábado. Não
era lícito para o trombeteiro levar a sua trombeta em baixo.
Havia de deixá-lo no teto até a cessão do Sábado.
Na Idade Média (Medieval).
Durante esta época o Sábado foi uma ilha de descanso no mar de
perseguições. Os judeus só tinham repouso e descanso no Sábado
com sua família. Sexta-feira, cedo faziam uma limpeza da
preparação para o Sábado. Usavam a mais bonita toalha sobre a
mesa, e o melhor de tudo foi empregado naquela noite. Depois de
jantar a família cantou z’miros – canções da mesa, honrando o
Sábado, e compostas pelos poetas. Foi o costume de convidar uma
visita para jantar especialmente um sábio que podia dar uma
interpretação de um estudo na Tora. A comida mais providenciada
era peixe ou ganso, bem temperado. Um tipo de pão especial foi
feito para o Sábado, chamava-se challoth (challos) pão de
Sábado.
Nos Tempos Modernos
Foi introduzido o costume de Kabbolas Shabbot ou Saudação a
Rainha que era o Sábado. Certos judeus piedoso se vestiram com a
roupa mais fina que tinham e fizeram uma procissão fora da
cidade para saudar o Sábado, cantando salmos e terminando com
“venha a noiva, venha noiva!”. Um dos mais famosos canções até
hoje o D’choch Dodi que significa.... venha amigo encontar a
noiva. (Foram Kabbalistas que introduziram estes costumes). A
Senhora da casa faz a cerimonia de ascender as velas, cobrindo
os seus olhos com as mãos e recitando a benedição ou benção. O
pai e os filhos cantam Shalon Alcichem. Como saudação aos 2
anjos que acompanham cada judeu da sinagoga até em casa. O pai
recita ultimo cap. de Provérbios horando as esposa. O pai lia
também o Tora, 2 vezes em hebraico e 1 vez aramaico.
Há uma herança popular que as almas em Genhenna recebam descanso
durante o Sábado de mas quando o sábado terminar precisam
voltar a Genhenna.
A maioria dos judeus pensam que o descanso do Sábado
rigidamente observado pelo Esdras e Neemias e outros foi
preservado somente porque a circunstâncias eram favoráveis. Mas
desde as modificações do século 19 foi impossível observá-lo
rigidamente.Um judeu Sr. Hayyim Shaues, autor do livro Jowish festival
disso: as invenções revolucionaram comércio e industria numa
maneira que transformou a vida econômica. Também a influência
dos cristãos observando Domingo deixou com que os judeus não
pudessem continuar observando Domingo deixou com que os judeus
não pudessem continuar observando o Sábado como antigamente.
Somente os ultra-ortodóxos continuam tentando observar o Sábado
rigidamente. Hoje em dia, a maioria dos judeus não o observe
estritamente.Sr. Hayyim
pensa que os judeus devem modificar as restrições, mais ainda
continuar a observar o Sábado. Ele empregou a expressão,
“precisamos por o novo vinho em garrafas velhas.” Conforme o
ensino de Números 28:9-10, é o impossível até para os ortodóxos
observarem o Sábado segundo a Lei. Não tem templo, nem o
sacerdócio. Eles estão
tentando observar o sábado como Talmud exige e não como a
Bíblia. E a maioria dos judeus não conhecem nada do Talmud. O
Talmud dá 1.521 regras sobre o Sábado.
O ano júblilo
teve início ao completarem 7 anos sabátisticos. (49anos). Lev.
25.
O número de 7
é sagrado e os rabinos falam em 7 milênios divididos assim:
1.20000 de
Adão à Abraão.
2.20000 de
Abraão a destruição do templo em 70.
3.20000 da
destruição do templo até a vinda do Messias.
4.10000 e
milênio sabático sob o reino do Messias.
Há uma
coincidência com a esperança dos crentes !
Sábado vs. Domingo
Sábado tem uma aplicação para crentes?
Domingo foi a
invenção de um papa como alguns dizem?
Lembre-se da
acusação dos fariseus contra o Senhor Jesus e os seus
discípulos? (Mateus 12: 1- 8).
A questão de
sábado e a circuncisão e a lei é resolvida para o crente pelo
ensinamento do N.T. (Col. 2:11; 16-17; Galatas; Romanos).
1.
O sétimo dia comemora a obra de criação. (Gen. 2:1-3).
O primeiro dia comemora a
obrada redenção. (Mat. 28:1-6)
2. O Sábado era o sinal da
aliança de Deus como o seu povo, Israel. (Êxodo 31:13)
Domingo significa a comunhão
entre a Igreja e o seu Senhor ressurreto. (Atos 20:7)
3. A observação do Sábado
foi obrigatória com a pena de morte. (Êxodo 31:14).
A
observação do Domingo não é obrigatória, é voluntária.
4.
O Sábado era a parte essencial da dispensação da lei
mosaica.
O Domingo e representativo da
dispensação da graça.
É verdade
que o rei Constantino instituiu a lei de Domingo em 321 mas
isto não muda o fato que os crentes desde os dias dos apóstolos
já tinham observado o Domingo.Já pensou no
problema dos hebreus cristãos em Israel. Sábado é o dia legal
para descansar e adorar. Domingo é um de trabalho como qualquer
outro. Vai condenar o hebreu cristãos por trabalhar Domingo e
adorar no Sábado?
O que deve
ser nossa posição? Romanos 14:1-12 (vs. 5,6).
“A CIRCUNCISÃO”
Como no caso de observar
Sábado, muitos povos antigos observaram também o rito de
circuncisão. Em sua significação original pode ter sido uma
espécie de reconhecimento religioso associado aos poderes da
reprodução humana; parece ter servido também de distintivo
tribal.
Essa é uma das muitas
instâncias do método de Deus apropriar-se de uma prática, já
existente, dedicando-a para Seus próprios propósitos. Porque a
circuncisão tornou-se uma pedra de toque do judaísmo posterior.
Agora por diante nós vamos
considerar a circuncisão só em relação ao povo de Israel. Vamos
estudar:
1.
A Historia de Circuncisão.
2.
A Cerimonia de Circuncisão.
3.
O Significado de Circuncisão.
4.
A Pratica de Circuncisão entre os Judeus de Hoje.
5.
A Circuncisão Cristã.
“A História”
Depois de concerto que Deus
fez com Abrão, ele exigiu que todos os descendentes machos de
Abrão fossem circuncidados. Era para ser o sinal da aliança
entre Deus e Israel. Até os forasteiros entre o povo foram
incluídos. Se alguém desobedeceu foi cortado do povo de Deus por
ter quebrado a aliança. (Gen. 17:9-14).
O mesmo capítulo registra a
obediência de Abrão. Foi circuncidado, melhor circuncidou assim
mesmo e o seu filho, Ismael e todos os outros machos na sua
casa. Abrão tinha 99 anos e Ismael 13 nos. (Gen. 17:23-27).
No tempo de Moisés, depois da
saída do Egito, Deus disse a Moisés que seira obrigatório
observar a pessoas em todas as suas gerações. Deus esclareceu
que ninguém pode comer a páscoa se não fosse circuncidado. Mas
escravos estrangeiros puderam se tinham sido circuncidados. No
caso do escravo foi obrigatório mas o estrangeiro que era
hóspede havia de escolher, não foi obrigatório.
(Êxodo12:42-48).
Lembre-se que o costume de
observar o Sábado foi posto ao lado pelos judeus durante a
jornada no deserto. A observação de Sábado degenerou. Aconteceu
também com o costume de circuncisão. Mas ao entrar na terra
prometida, Deus mandou Josué circuncidar todos que não foram
circuncidados no deserto. (Josué 5:1-9).
Desde então hoje, os judeus observam o ritual de circuncisão
rigidamente. De fato, levaram em contemplo (desprezaram) os que
não foram circundados.
Como podemos ver nas atitudes
dos:
1.
Pais de Sansão. Juízes 14:3.
2.
Sansão mesmo. Juízes 15:18.
3.
Jonatas. I Samuel 14:6.
4.
Israel em geral.
5.
Israel (Jerusalém). Isaías 52:1.
“Nenhum incircunciso entrará
na cidade de santa”. Jerusalém no milênio?
Existiam excepções entre o
povo judeu. Por causa de perseguições e desprezos, alguns
queriam desfazer sua circuncisão, por meio de um operação
cirúrgica. Aconteceu sob as perseguições de Antíoco que
prefigurou o anti-Cristo com a abominação de desolação.
Paulo avisou aos Hebreus
cristãos para não desfazerem sua circuncisão simplesmente por
que tinham aceito Jesus. (I Cor. 7:18-19).
“A
CERIMONIA”
A cerimonia em cortar e prepúcio com uma faca ou com uma pedra
aguda. Normalmente pertencia ao pai da família fazer mas até uma
mulher podia (como no caso da esposa de Moisés quando ele tinha
esquecido de circuncidar o seu filho). Êxo.4:24-26 ; Lev. 12:3.
Mas um gentio nunca pode, era
de caráter estritamente religioso
“O SIGNIFICADO”
A corrupção de pecado
geralmente manifestou-se com a degeneração na vida sexual .
Então a santificação da vida foi simbolizada pela purificação de
órgão sexual pela qual vida reproduzida. Deus exigiu pureza
entre e seu povo e circuncisão tronou-se o sinal externo da
aliança entro Israel e Deus.
Figurativamente falando,
circuncisão simboliza a pureza de coração. (Deut. 10:16; 30:6;
Lev. 26:41; Jer. 4:4; 9:25; Ezeq. 44:7).
“ENTRE OS JUDEUS HOJE”
Borith Me’ilah – o pacto de
circuncisão.
O pai da família não a faz
hoje. Um homem chamado, o Me’el, especializado faz o rito da
circuncisão. A pessoa que segura a criança durante o ritual é
chamada o sandek (god-father = padrinho). A criança é colocada
numa cadeira especial a cadeira de Elias. A tradição é que assim
a criança, será curada mais rápido. Todos ficam em pé durante o
ritual. Depois há uma festa em casa. Se realiza ainda no oitavo
dia. Por que no oitavo dia? Porque Deus mandou! Sugestões:
ligado com o número 7. Sete dias completos, o novo ciclo
começou com o oitavo dia e a criança entrou na aliança com
Deus. Foi suposto antigamente que a criança não possuía sua
experiência própria até no oitavo dia. Pessoalmente, creio que
Deus tinha razão no sentido físico e também no sentido
espiritual. (oitavo significa coisas novas, vida espiritual
etc...). Cientificamente foi provado que no oitavo dia a
coagulação é mais rápida.
“CIRCUNCISÃO E A IGREJA”
A epístola aos Gálatas nos revela que alguns judeus seguiam o
apóstolo Paulo em suas jornadas missionárias, cuja finalidade
era par perverter o evangelho que Paulo pregava e pro os novos
convertidos sob a lei de Moisés exigindo circuncisão. (Gal.
1:6-7).
Os novos convertidos em Galácia estavam a insidiosa sugestão
destes mestres judaizantes. Paulo escreveu a epístola para
convence-los da sua emancipação espiritual, e para enfatizar que
fé em Cristo era suficiente para a salvação.
A transição do judaísmo para o cristianismo foi um processo
lento. Houve fariseus que creram (Atos 15:5) e alguns desses
ensinavam que, antes de um gentio poder tornar-se Cristão, era
lhe necessário tornar-se primeiramente judeu, submetendo-se à
circuncisão e observando a lei judaica, tanto moral como
ritual. Paulo frisa de modo muito agudo que salvação é pela fé sem lei,
sem circuncisão. Ele usa o próprio Abraão, como o crente típico,
justificado, pela fé e não pela observação de regra qualquer.
(Gal.3:6-9) cf. (Rom. 4:1-14); (Gal. 3:17-19).
Paulo apelou para que eles permanecessem na graça e na liberdade
de Cristo. Ou a lei, ou Cristo não os dois. Como um mulher foi
desobrigada da lei do seu marido por causa da morte, mesmo assim
os crestes em Cristo já tendo morrido relativamente à lei, são
desobrigados da lei. (Rom. 7:1-6).
A questão foi tão que foi levada aos apóstolos em Jerusalém.
Conclusão : os gentios não tem com a lei. (crentes). (Atos
15:1-21 e 28-29). Mas até eles não perceberam que nenhum crente
(hebreu ou gentio) foi obrigado à lei. Segundo o N.T. existe uma circuncisão cristã. Todos os crentes
já são circuncidados. Foram circuncidados não fisicamente e sim
espiritualmente quando arrependeram-se o receberam Jesus como o
seu Salvador pessoal (Col. 2:11).
Vejamos o contraste: a
circuncisão fisicamente representa o que nos aconteceu. A
circuncisão física era um certo da carne: a circuncisão
espiritual é da mesma sorte uma operação pela qual é cortada
toda a natureza carnal, descrita aqui como o desponjamento do
corpo da carne. (Col. 2:11 cf. Rom. 6:3-4; I Cor. 12:13).
Aconteceu a nossa circuncisão Espiritual quando nos fomos
batizados pelo Espírito Santo no corpo de Cristo. Um símbolo da
nossa identificação com Cristo na sua morte, não seu
sepultamento e na sua ressurreição é o batismo. (Col. 2:12; Rom.
6:3-4).
“NO LAR”
Tradicionalmente os judeus
dizem que judaísmo no lar é muito mais importante do que o da
sinagoga. Afirmam também que se todas as sinagogas fossem
fechadas a vida religiosa do judaísmo continuaria porque o
centro da sua religião não é a sinagoga mas o lar. Consideremos,
então, alguns Costumes Hebraicos, que tem sua maior relação com
o lar judaico. Vou lhes dar, primeiro, um breve esboço – destes
costumes:
1.
Casamento.
2.
Dedicação da casa.
3.
A Nezuzah.
4.
A Lei Dietética.
5.
Circuncisão.
6.
Redenção do primogênito.
7.
Bar Mitzvah.
8.
Responsabilidade Religiosa dos Pais.
9.
Outros Símbolos.
10.
Orações e o Luto.
“CASAMENTO”
1.
A Lei civil do país deve ser observada em primeiro lugar.
2.
A cerimônia tradicional depois.
A presença de um Minyon
(grupo de 10 judeus) é o mister. Isto é a maneira
de enfatizar que o casamento
não é importante só para a vida do casal mas também é
considerado importante para a comunidade. Antigamente a
comunidade ajudava generosamente para as coisas materiais para
os noivos.
Na época é licito escolher para si mesmo sua
noiva ou noivo mas antigamente não era assim. Cabia aos pais
escolherem. Lembrem-se os exemplos Bíblicos como no caso de
Abrão, Isaque etc... (Gen. 24 e Gen. 28).
Os símbolos tradicionais
ligados com o casamento são:
a. A Chupah: (em
português chama-se pelos vários nomes tais como: pálio, dessel,
baldaquino e pavilhão). Não sei qual entre eles é o mais comum
mas vou chamar de chupah como a pavilhão. Os noivos ficam em pé
sob o chupah durante a cerimônia. Esse pavilhão é feito de
material muito fino de alta qualidade. Simboliza real porque os
noivos são considerados como rei e rainha no dia do seu
casamento.
b. O Anel: Pode ser de
ouro ou de prata mas deve ser muito simples. Simples para
minimizar a diferença entre noivos pobres e noivos ricos.
Tipicamente também a tradição judaica de igualdade. Na minha
experiência já vi muitas senhoras judaicas usando os seus anéis
mas também usando ao mesmo tempo anéis com muita jóias ou pedras
caríssimas. Aparentemente, as judias não aguentavam ficar só com
um anel simples. O anel simboliza a perfeição eterna. (Seja
santificada a mim pela lei de Moisés e Israel).
c. O Documento do Casamento:
Depois de colocar o
anel é lido esse documento de casamento que se chama o Ketubah.
É o contrato das obrigações mutuais entre o casal.
d. O copo de vinho:
Os noivos
bebam do mesmo copo no princípio da cerimonia e mais uma vez no
fim. Antigamente usavam dois copos. O primeiro para simbolizar a
vida de alegria, e o segundo significava a vida de sacrifícios.
Bebendo juntos significava o destino comum do casal.
e. Quebra do copo:
A cerimonia está concluída quebrando o copo. O noivo quebra o
copo pisando nele. Simboliza várias coisas:
1.
Faz
lhes lembrar a destruição do templo.
2.
Faz
lhes lembrar que a vida é frágil e transitória.
3.
Foi
também para assustar os espíritos malignos, expulsando-os porque
demônios tem ciúmes de qualquer alegria humana.
f. A benção saBenção sacerdotal:
Essa benção profunda se encontra em Números
6:24-27.
“O SENHOR TE ABENÇOE E TE
GUARDE: O SENHOR FAÇA RESPLANDECER O SEU ROSTO SOBRE TI, E TENHA
MISERICÓRDIA DE TI: O SENHOR SOBRE TI LEVANTE O SEU ROSTO, E TE
DE PAZ.”
g. Os hospedes:
Tradicionalmente, era
obrigatório para o hospede cumprimentar o noivo dizendo-lhe que
ele escolheu uma noiva belíssima. Os rabinos ficavam
perturbados, porque se essa descrição não podia ser aplicada,
isto é se a noiva era feia mesmo, então os hospedes seriam
culpados de testemunhas falsas violando a lei de Moisés. Tudo
foi resolvido quando esses sábios concluíram que todas as noivas
pudessem ser consideradas lindas e nos olhos do noivo dela
sempre é a mais belíssima.
h. Divórcio: É raro entre
os judeus. Eles dão muito ênfase sobre a unidade da família.
Mesmo assim, conforme as leis judaicas se o divórcio for
necessário será fácil obte-lo. De fato, o Talmud diz que pode
divorciar-se de sua esposa se ela queimar o jantar. Mas continua
dizendo que: “Se existe tão pouco entendimento e compreensão
entre o casal que uma carne queimada leva tal importância então
significa que já exista uma incompatibilidade básica. Na
tradição judaica é considerado maior mal criar crianças num lar
sem amor de que a necessidade das crianças enfrentarem o
divórcio dos seus pais.
Chanukah Habbayth :
(Dedicação da casa).
Isto é um costume, que era observar sempre, mas que hoje em dia
está sendo observados por poucos porque hoje muitos já
abandonaram. É uma cerimonia pela qual a vida judaica começa num
lar. Os recém casados colocam a nezuzah na porta com orações e
bençãos pronunciadas.
A Nezuzah :
É um oramento colocado no batente da porta de acordo com
Deuteronômio 11 : 20, “E escreve-as nos umbrais de tua casa e
nas tuas portas”.
As duas primeiras partes de “Shema” que é Deut. 6:4-6 e
11:13-20. São escritas em Hebraico num pedaço de pergaminho, que
então é enrolado e colocado em um recipiente de metal ou de
madeira. É posto numa posição inclinada ao lado direito da porta
dos lares dos judeus. A palavra “Shaddai” ; está escrita no
outro lado do pergaminho, e a letra “Sheen” em Hebraico apareça
através da pequena abertura na Nezuzah. A Nezuzah simboliza a
família judaica e a sua lealdade a lei de Deus. Judeus piedosos
tocam os sua lábios com o seu dedo e depois a Nezuzah quando
entrarem ou saírem da porta. A Nezuzah tornou-se um símbolo do
lar judaico e um sinal da presença de Deus na casa.
Infelizmente, a Nezuzah tem se degenerado num mero amuleto.
Vejamos em Jeremias 31 33; Ezequiel 11:19-20 que desejo de
Deus que o seu povo escrevesse as leis nos seus corações. Um
mero amuleto fora da casa nunca pode agradá-lo.
Kashrus (Kosher: A Lei Dietética).
Essas leis são baseadas em Lev. 11. Mas as regras talmúdicas vão
muito além do ensino do Torah. (Como sempre).
1.
Os
animais precisam ser matados de uma maneira muito especial.
Um especialista, chamado Shochet, que é um profissional, usa uma
faca de certa, medida, bem afiada para evitar crueldades e para
que o sangue possa drenar ou esgotar mais rápido. Porque
conforme o ensino do A.T. não era lícito comer carne que ainda
continha sangue. Então, é preciso saturar a carne em água por
uma hora e depois por mais meia hora em água salgada.
2. Os dois jogos de louças.
Não é permitido comer produtos de leiteria até seis horas depois
de comer a carne. Isto é baseado numa interpretação (errônea) de
Êxodo23:19 ; 34:26 ; e Deut. 14:21. É necessário usar um jogo
de louças para carne e outro para produtos de leiteria.
Lev. 11. Registra as verdadeiras leis dietéticas que Deus deu a
nação de Israel naquela época. Os rabinos de hoje acre ditam
que essas leis eram temporárias (com a exceção dos ortodoxos).
Foram dadas porque a nação não tinha meios de refrigeração. Quer
dizer foi por razões higiênicas.
Qual é nossa posição como crentes? Somos obrigados a observar
Lev. 11? Pessoalmente, creio que os rabinos tem razão para dizer
que essas leis foram temporárias. Porque, originalmente, a raça
humana não recebeu ordem de recusar comidas.
Essa ordem não veio até depois e como lei foi dada aos
Israelitas. Lembrem-se que faz parte da lei mosaica que também
era temporária.
No certo sentido Deus estava fazendo lições ao seu povo, lições
de objeto. Mostrou-lhes que deviam fazer diferença entre carne
Kosher (limpa, pura) a carne treyfah (impura), ou melhor
proibido. A carne kosher representa o que é bom, enquanto a
carne treyfah representa o mal. Infelizmente muitos judeus
ficam satisfeitos observando ao pé da letra adicionaram leis que
Deus nunca lhes deu.
Vejamos o que o Senhor Jesus disse aos fariseus (Marcos 7: 1-23)
Mostrando-lhes claramente que a impureza da vida não tem nada a
ver com a comida. Pode comparar Atos 10:9-10; onde Deus exigiu
(numa visão) que o Apóstolo Pedro matasse e comesse animais
proibidos antigamente. Foi para ensiná-lo que ele não deveria
ficar com preconceitos contra os gentios. O Apostolo Paulo nos ensina em Rom. 14; a atitude que crentes
devem manter neste sentimento. Devemos Ter tolerância com
irmãos cujas convicções são diferentes do que as nossas. A
convicção de Apostolo Paulo era: “Eu sei, e disso estou
persuadido no Senhor Jesus, que nenhuma coisa é de si mesma
impura, salvo para aquele que assim a considera; para esse é
impura !” (Rom. 14:20; I Tim. 4:3-4).
Pois bem. Essa idéia do dois jogos de louças é uma invenção dos
rabinos baseado na mal interpretação dos seguintes versos: Exo.
23:19; 34:26; Deut. 14:21). Estes trechos. “Não o cabrito leito
da sua própria mãe.”
Os rabinos concluíram que este versículo significa que carne e
leite na mesma louça não seria lícito. É meio difícil
compreender sua interpretação. Pra mim, o verso simplesmente
está dizendo que eu não devo matar um cabrito que ainda está
alimentando-se da sua mãe.
Que quer dizer não chegou a idade de ser sacrificado. Ou que
seria melhor não cozerá o cabrito no leite da sua própria mãe.
Ouviu falado também, que os pagã praticavam cozinhar um cabrito
vivo elite da sua mãe ! E a advertência é que o povo Deus nunca
pode imitar tal coisa. Seja qual for a interpretação certa,
creio que a idéia de dois jogos de louça é longe dela!
Circuncisão (Brith Me’ilah).
O rito é no lar quando o infante chega ao seu oitavo dia de
vida. A criança recebe o seu nome neste dia. A pequena operação
é feita por um especialista chamado um Mo’el. A cerimônia com
uma oração dele. Ele pede que o menino cresça física e
mentalmente e para que ele passe a amar o Torah até Chupah
(casamento). Também, que ele tenha uma vida cheia de boas obras
(mitzavahas)
Pidyon Haben (Redenção do Filho eu Pidyon habechor: redenção do
primogênito).
O ritual toma lugar no lar depois de 30 dias de vida. É baseada
em (Êxodo 13:1-2 e 13-15 e Núm. 18:15-18). A cerimônia está
realizada sempre no lar. O Pai tem que pagar um Cohen
(descendente, suposto, de Arão). 5 dólares de prata. Judeus com
sobrenomes ou Cohen ou Levi são isentos deste ritual.
Biblicamente este costume serve para fazes-lhes lembrar da sua
lembrar da sua redenção da sua redenção do Egito, quando Deus
julgou os primogênito de Faraó e os egípcios. O rabino, Morris
- Kertzer no seu livro: “What is a Jew” diz: “Conforme a
legenda, o primogênito tinha a responsabilidade dos rituais
religiosos da casa e da família. Mas depois de êxodo este
serviço passou os descendentes de Arão e aos Levitas. Mas os
outros primogênitos necessitavam ser redimidos pelo preço da
redenção assim transferindo suas obrigado aos sacerdotes.
Bar-Mitzvah (Filho da Lei o Mandamento)
Estes costumes é observado pelos ortodoxos e conservadores.
Quando um menino chegar ao seu décimo terceiro aniversário, é
considerado qualificado a ser Bar-Mitzvah.
Desde então é considerado responsável perante a lei pelos seus
atos e pelas suas obrigações religiosas.
Nos Sábado (antes ou depois) do seu aniversário, o menino é
chamado na sinagoga ao altar para ler um trecho da Torah em
hebraico.
Conforme a tradição, era necessário para o Bar-Mitzvah. dar um
discurso Talmúdico. Hoje em dia, é apenas necessário afirmar
sua intenção de seguir judaísmo e declarar sua intenção de
estruturar Torah.Depois da cerimônia na sinagoga, realiza-se uma festa em casa.
O menino receba muitos presentes dos pais e dos parentes e
amigos.
A origem deste costume é recente. Não passa 600 anos.
Originou-se na Europa. Não é Bíblico.
Recentemente, nos últimos 20 anos os reformados e alguns
conservadores introduziram o costume de Bar-Mitzvah. (Filha
de mandamento) mas meninos e meninas fazem sua
“confirmação”, quando tiverem 15 ou 16 anos, em grupos.
Netilat Yadayim (Lavagem das mãos).
Judeus piedosos lavem suas mãos várias vezes durante um dia.
Lavem-nas ao acordarem, antes e depois das refeições e antes das
orações.
Responsabilidades dos Pais.
A Mulher (bath habbayith) é responsável para ascender as velas
nos sábados e nas festas. Ela precisa orar e pronunciar bençãos
na hora. Ela é responsável também para manter a casa. “kosher”.
O pai, (Baal Habbayith) tem responsabilidade principalmente na
sinagoga. Mas, também é responsável para a educação da sua
família. Deut. 6:4-9.
“SÍMBOLOS”
Há vários símbolos usados em judaísmo. Seria bom para crentes
aprenderem quais são estes símbolos e o significado deles para
que pudessem usá-los como um ponto de contato ou método de
aproximação.
1.
A Estrela de Davi (Môgen David).
A estrela de Davi talvez seja o símbolo mais conhecido. Ela é
usada na Bandeira Nacional de Israel. Também se encontra nas
sinagogas. Ë muito comum ver judias usando a estrela na
correntinha do pescoço. As vezes, judeus usam a estrela num
alfinete de gravata.
A estrela tem dois triângulos entrelaçados. Um triângulo aponta
para o céu e outro para a terra. Então, é uma estrela de seis
pontas.
Sua origem é obscura. Um rabino diz que originou em Europa á
300 anos atrás. Afirma também que não é símbolo sagrado ou
religioso apesar da idéia que era o símbolo no escudo do rei
Davi. Tornou-se muito popular na Europa. E os nazistas exigiram
que todos os judeus usassem este símbolo como “um emblema de
vergonha” . Facilitou a captura dos judeus quando nazistas
queriam prende-los . Os judeus não deixaram de usá-los nos seus
braços. Para eles era “um símbolo de orgulho” e é até hoje .
Mesmo que os rabinos modernos afirmam que a estrela não tem
nenhum significado religioso os hebreus cristãos vêem nela um
significado muito interessante. Para eles a estrela representa o
Deus Triuno e os homens nas suas três partes, corpo, alma e
espírito. O triângulo voltado para terra, representa a Trindade
pegando há outro triângulo que representa os homens e levando-os
para o céu !
2.
TEFILLIN (FILACTÉRIOS)
Jesus menciona o uso de Tefillin em Mat. 23:1-5. Mas ELE disse
que os costumes tornam-se mero símbolos de orgulho dos fariseus.
Os Tefillin consistem em duas caixinhas de cor preta, e de uma
ou duas polegadas quadradas com correias de couro segurando-as.
As caixinhas contem pedaços de pergaminhos inscritos com
versículos de Torah em hebraico. Os trechos são os seguintes:
Exo. 13:1-16 ; Deut. 6:4-9 ; 11:13-23 ; que proclamam a unidade
de Deus, Sua providência e a restauração de Israel.
Ortodoxos e Conservadores usam os Tefillin todos os dias
úteis nas suas orações de manhã. Não são usados nos sábados.
Motivo de Tefillin? Para remover as distrações mundanas quando
está preparando-se para orar. O trabalho de colocar as caixinhas
no braço esquerdo e na testa exigia concentração.
Uma caixinha colocada no braço esquerdo é mais perto do coração
simboliza os laços de emoção da sua fé, enquanto a caixinha
colocada na testa simboliza a aceitação intelectual da Palavra
de Deus. Um rabino disse que tudo mostra a consagração do nosso
coração e das nossas mãos a vontade de Deus.
3. TALLITH (SHALE DE ORAÇÃO).
O Shale de oração é usado pelos ortodoxos em obediência a Lei
Bíblica. É feito de tecido de soda ou lã. É branco e azul que
são as cores de Israel. O shale ou tallith tem franjas nos
quatros cantos ou bolas chamadas, “tsitsis” conforme o ensinado
Torah. (Números 15:37-40; Deut 22:12). Os judeus usam o Tallith
nos cultos da manhã só. Geralmente, o judeu o seu tallith no dia
do seu Bar-Mitzvah. Algumas congregações ortodoxas, entretando,
concedem o tallith só no dia do casamento. Originalmente,
tallith era um símbolo de distinção, reservado pelos rabinos e
escolares ou anciões. Hoje em dia, é símbolo de igualdade. Os
judeus piedosos usam o tallith como mortalha e não sepultados
nele.
4. YARMULHER (BOINA).
Os ortodoxos usam o yarmulkeh ou um chapéu sempre e não só
durante as orações. O conservadores usam yarmulkeh só nos atos
de adoração. (orações e cultos). Os reformados, geralmente, não
usam nos seus cultos. Não é bíblico e sim apenas tradição. Os
rabinos tem opiniões diferentes em relação a origem de uso só
yarmulkeh . Um diz que originou em tempo antigo simplesmente
como proteção contra o sol Jerusalém. Mas o mesmo rabino diz:
que arqueologia nos revela o que os judeus antigos não usavam
chapéus ou yarmulkeh quando oravam. Em fim o yarmulkeh
tornou-se um símbolo e reverencia.
Conforme o ensino do N.T. sabemos que é vergonha para homens
orar ou pregar com a cabeça coberta e ao contrário para as
mulheres. (1 Cor. 11: 1-5). Tradução de 300 anos
aproximadamente.
5. A MENORAH (O CANDELABRO, CASTIÇAL).
O uso deste símbolo é baseado em Êxodo25:31-40 e
37:17-24.
A passagem que o candelabro ou castiçais foi feito para ficar no
tabernáculo. Este trecho nos dá uma direção do candelabro. Tinha
que ser:
1.
Um
pedestal.
2.
Uma
haste principal.
3.
Seis
haste saindo da haste principal; três de um lado e três do
outro.
4.
Tem
flores, cálices e maçanetas.
Mas tudo foi feito de uma peça só de ouro batido.
Hoje em dia, os menorahs que se encontram nas sinagogas não tem
sete hastes conforme o ensino de alguns rabinos. Tem ou seis ou
oito mas não sete. Porquê? Para lembrar a importância do
tabernáculo e do tempo, os judeus resolviam não o candelabro
exatamente como era antigamente. Isto é para mostrar o seu
respeito do original e para honra-lo.
Judaísmo usa um outro candelabro especial que tem nove hastes.
Uma delas é serva para as outras. Esta peça usada sempre na
festa de Chanukah.
A SINAGOGA
A palavra em grego é “sunagoge” e significa “ajuntamento de
Povo”.
E o chefe da sinagoga em grego é “archesunagoger” Até nos
últimos vinte anos a palavra sinagoga denotava a casa de oração,
para os judeus ortodoxos enquanto a palavra templo significava
a casa de oração dos judeus reformados. Mas hoje, em dia, pelo
menos E.E. U.U. essa distinção não se aplica mais. As vezes,
conservadores e reformados empregam a palavra sinagoga e as
vezes conservadores usam a palavra templo.
1.
A
Origem da Sinagoga
A origem das sinagogas é obscura. Alguns pensam que teve sua
origem no tempo de Moisés, mas não há provas. Outros pensam que
a sinagoga originou no tempo do cativeiro em Babilônia sob a
liderança de Esdras. Isto é razoável porque estava fora do seu
pais e do seu templo por 70 anos. Temos certeza absoluta que
muitas sinagogas existem antes a destruição do templo em 70 D.C.
por que há muitas referências no N.T. (Marcos 1:21; 6: 2 Lucas
4:16-31; 6:6; 13:10 etc.)
2.
A
função da Sinagoga
As sinagogas foram fundadas por vários motivos. Os motivos na
ordem da sua importância são:
a.
Casa de instrução e educação religiosa.
b.
Casa de oração.
c.
Casa de adoração.
d.
Casa para funções da comunidade judaica.
e.
Casa de atividades para a mocidade.
3.
A
Descrição do Interior da Sinagoga.
1. A Santa Arca: (Aron Há-kodesh) que é sempre colocada dentro de
(Mizrah) que é parede para o lado leste na direção de Jerusalém.
2. A Sefer Torah: (0 Rolo da Lei) Este rolo de pergaminho está
escrito a mão e fica em pé dentro da Santa Arca. A Sefer é
tirada e lida em todas as ocasiões religiosas que exigem a
leitura como: nos sábados e nas Santas Festas.
3. A Cortina: (Paroket) que é a cobertura da arca. Isto é para
continuar o costume de ter a cortina divido o Santo dos Santos
do Santo Lugar no Tabernáculo.
4. Tabelas da Lei: (Luhot) Um desenho das tabelas fica na parede
sobre a Arca. Isto simboliza o conteúdo da Arca.
5. A coroa da Torah: (Keter Torah) De todas as coroas que existem
no mundo a Coroa da Torah e a mais nobre. Para simbolizar isto,
o rolo Da lei é coberto com fino veludo e as coroas são de
prata.
6. A Árvore da Vida: (Ez Hayim) Isto é como o nome dado aos cabos
do rolo da lei. São feitos de madeira. Recebeu esse nome por
causa de madeira. Recebeu esse nome por causa de expressão: “Ela
(A Lei) é uma árvore da vida para todos que a segura.”
7. O Apontador: (Yad) Este apontador é feito d prata e é usado pelo
leitor das escrituras como um guia.
8. A Luz
Perpétua: (Ner Tamid) desde os tabernáculos até a sinagogas de
hoje. Essa lâmpada que é suspeita sobre a arca. Simbolizada a
Eterna fé de Israel (conforme a opinião deles). É suspeita
Sobre a arca para mostrar a dependência dos judeus sobre a lei.
9. A Bima: (púlpito) simboliza o altar o fica em frente de arca. É
na bima que os judeus oram e pregam as escrituras.
10. O
Siddur: (Livro de oração) este livro contém todas as orações
diárias, e para e as festa e aos sábados em ordem. Existe em
outro livro de oração chamado o kolbo que contém todas as
orações judaicas que existem.
11. Liturgia:
1.
Orações:
começaram com o “Shema” (Deut. 6:4-9; 11:13-31; Num.
15:37-41) o judeu piedoso recita o shema três vezes por dia. É
considerada oração mais importante. As 18 bençãos: “Shemeneh
Esreh” E Também chamado “Amidah” pelo Sephardin porque
significa “Em Pé”. Essas orações tem três ênfases, a glória de
Deus, a esperança individual e coletivamente, e a gratidão pelas
bençãos já recebidas. As 18 benções são repetidas pelo Cantor ou
Chazan para que a congregação não perca-as. É chamado “Hazrat
há-shaz” que significa: Repetição pelo representante da
congregação.
2.
Leitura
da Torah: A cerimônia de leitura começa quando alguém é chamado
na frente para abrir a arca. Depois de uma oração, a arca é
tirada e dada para o cantor (hazzan). Então, mais alguém é
chamado na frente, chama-se “Aliyah” Essa honra é oferecida
primeiramente a um “Cohen” (descendente dos sacerdotes dos
sacerdotes). A segunda “aliyah” é oferecido ao “Levi”. As
outras aos israelitas. Geralmente tem 7 “aliyahs” (chamadas para
ler a Torah).
3.
Leitura
da Haftorah: Isto é leitura da porção profética.
4.
Benção
sacerdotais: é chamada “Birita Kohanim” orações pronunciadas
pelos homens com o sobrenome, "Kohein” .
5.
A Volta
de Torah para a Arca: Quando tirarem o Torah e quando é
retornada a congregação canta e faz uma processão. Alguém é
chamado e honrado com a tarefa de por a Torah na Arca.
6.
O Sermão:
é pregado depois que o Torah é colocado na Arca. O sermão é
chamado “Derashah” e deve ser uma interpretação da Lei, aplicada
aos problemas de hoje.
7.
Musica:
Por quase 500 anos depois da destruição de Jerusalém em 70 D.C.
houve uma ausência de música para lamentar a destruição. No
século 19 as sinagogas iniciaram de novo, na Europa. No século
20 algumas sinagogas usam música mas os ortodoxos continuam sem.
12. Os oficiais :
(Rabinos)
A Palavra significa
“Professor ou mestre”. Antigamente um homem foi designado “Rabi:
pelo outro “Rabi” de fama. Hoje em dia é necessário a sua
formatura num “Yoshivah” (seminário teológico judaico).para ser
digno deste cargo, o homem deve mostrar sinceridade e motivos,
erudição judaica e ordenação.
Deveres: O rabi não pode ser
casado, mas deve ser. Hoje em dia, o seu trabalho é bem
semelhante a de um pastor . El é responsável para os cultos,
para pregações para as cerimonias de nascimento, confirmação,
casamento e morte, e para ser um guia espiritual.
O Cantor: (Chazen ou Hazzan)
Ele é quase igual ministro de música com a exceção que deve ter
uma voz treinada profissionalmente. Ele dirige o coro, lidera as
orações que são entoadas. Ele prepara os candidatos para
“Bar-Mitzvah” . Também tem, as vezes, algumas funções
administrativas.
O Leitor Perito: (Baal kore)
Ele é um técnico que a Lei as Escrituras cuidadosamente e com as
intenções próprias.
O Leitor Perito de Orações:
(Baal Tefillah) Ele é um leigo e não foi treinado
profissionalmente. Ele guia congregações em suas orações.
O Representante da
Congregação em Oração: (Sheliah Zibbur) Ele responde para a
congregação em suas orações.
O Zelador: (Shammash) Ele é
responsável para os parafernais religiosas, a distribuição dos
livros de oração e os shales de oração (tallith) etc...
“LIVROS SAGRADOS”
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