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"Porque Deus amou o
mundo de tal maneira que deu o seu filho unigênito, para que todo aquele
que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna."
(João 3:16)
A pura verdade
Sobre o Natal
SINTA-SE À VONTADE
PARA COPIAR O CONTEÚDO DESSA PÁGINA E ENVIÁ-LO A QUEM QUISER
VEJA AQUI:
- COMO E QUANDO
SURGIU O NATAL
- A VERDADEIRA ORIGEM
DO NATAL
- PAPAI NOEL
- A ÁRVORE DE NATAL E
A COROA DE AZEVINHO
- OS PRESENTES DE
NATAL
- ORIENTAÇÕES
IMPORTANTE:
LEIA ATENTAMENTE, NÃO
TIRE CONCLUSÕES ANTES DE LER TODO TEXTO E CONFRONTÁ-LO COM A BÍBLIA
SAGRADA. DEUS TEM MUITO PARA LHE FALAR ATRAVÉS DESSAS FRASES.
- A PURA VERDADE
SOBRE O NATAL
De onde veio o
costume de celebrar o Natal? Da Bíblia ou do paganismo? Eis aqui verdade
surpreendente que o alarmará! Faça um texte. Que sabe o leitor sobre a
origem da Árvore de Natal, do "Papai Noel", da coroa de azevinho, da
acha de Natal, e do costume de trocar presentes?
Era noite de Natal.
as crianças com ajuda dos pais, tinham feito o presépio, armado a àrvore
de Natal, colocando os sapatinhos na janela e dormido cedo ansiosas pela
chegada do Papai Noel (em Portugal conhecido por Pai Natal) carregado de
presentes. Ao amanhecer do dia 25 de dezembro deparam-se com muitos
embrulhos, brinquedos e doces pendurados na àrvore de Natal, toda
iluminada por lâmpadas pisca-piscas e decorada com enfeites cintilantes.
Os pais asseguravam-lhes que tudo aquilo fora trazido por Papai Noel
durante a noite enquanto dormiam.
Acaso as crianças
duvidavam do que os pais lhes diziam? Claro que não! Aceitavam-no como
verdade. E ao leitor, não lhe aconteceu o mesmo?
Pare e pense por um
momento!
Muitos, nunca se
detém para pensar no PORQUÊ acreditam no que acreditam, no PORQUÊ seguem
determinados costumes ou de onde eles procedem. Todos nascemos de um
mundo cheio de costumes: crescemos acostumados a aceitá-los sem
discussão. Por quê? Instinto de ovelha?
Bem mais do que isso.
Por natureza temos a tendência de fazer o mesmo que os outros, ainda que
estejam errados. As ovelhas seguem em direção ao matadouro,
confiantemente, porém, os seres humanos têm a obrigação de examinar o
caminho que seguem.
- Como / Quando
surgiu o Natal pela primeira vez?
Será o Natal
realmente a celebração do nascimento de Jesus Cristo? Nasceu Jesus em 25
de dezembro? Será que os primeiros
apóstolos que conheciam e foram ensinados por Jesus, pessoalmente,
celebraram o aniversário do menino Jesus em 25 de dezembro? Será que
alguma vez o celebraram em qualquer outro dia? Se o Natal é uma das
maiores festas cristãs, por que será que todos os pagãos o celebram
também? Você sabe? Por que nessa época
se troca tantos presentes com familiares, parentes e amigos? Se é por
causa dos reis magos que trouxeram e ofertaram presentes ao menino
Jesus, a resposta poderá surpreender. A maioria das pessoas
"supõe" muitas coisas sobre o Natal que não são verdades. Vamos agora
parar de fazer suposições e conhecer os fatos!
A palavra "Natal" tem
a ver com nascimento, ou aniversário natalício, especialmente com o dia
em que geralmente se comemora o nascimento de Jesus Cristo. Esta festa
teve origem na Igreja Católica Romana e daí se expandiu ao
protestantismo e ao resto do mundo. E então, de onde
tirou a Igreja Católica Romana? Não saiu do Novo Testamento - Não foi da
Bíblia nem dos primeiros apóstolos que foram instruídos por Cristo -
todavia, sabe-se que lentamente foi absorvida do paganismo pela Igreja
Católica Romana a partir do quarto século. Desde que a
celebração do Natal foi introduzida ao mundo pela Igreja Católica
Romana, e ela é a única autoridade que aprova, vejamos o que diz a
Enciclopédia Católica, edição inglesa, sob o título "Natal". "O Natal não era
considerado entre as primeiras festas da Igreja... Os primeiros indícios
da festa provêm do Egito." "Os costumes pagãos ocorridos durante as
calendas de Janeiro lentamente modificaram-se na festa do Natal".
Também nas mesmas
enciclopédias, sob o tema "Dia do Natal", encontramos que Origenes, um
dos patriarcas católicos, reconheceu a seguinte verdade: "... Não há
registro nas Sagradas Escrituras de que alguém tenha comemorado uma
festa, ou realizado um grande banquete no dia do seu aniversário.
Somente os pecadores (como Faraó e Herodes), que se rejubilam
grandemente com o dia em que nasceram neste mundo." A Enciclopédia
Britânica edição de 1946, afirma: "O Natal não era contado nas primeiras
festas da Igreja..." "Não foi instituída por Cristo, nem pelos
apóstolos, nem por autoridades bíblicas. Foi adquirida mais tarde do
paganismo."
A Enciclopédia
Americana, edição 1944, declara:
"O Natal...não foi,
de acordo com muitas autoridades no assunto, celebrado nos primeiros
séculos da Igreja Cristã, porque o costume cristão, em geral era
celebrar a morte de pessoas importantes em vez do nascimento. A
"comunhão", instituída por autoridade bíblica no Novo Testamento, é o
memorial desse acontecimento (isto é, o nascimento de Cristo) no século
IV. No século V, a Igreja Ocidental deu origem, para que fosse celebrada
para sempre no dia da antiga festividade romana em honra ao nascimento
do Sol, porque não se conhecia ao certo o dia do nascimento de Cristo."
Agora veja! Estas
reconhecidas autoridades históricas mostram que o Natal não foi
observado pelos primeiros cristãos, durante os primeiros duzentos ou
trezentos anos desta era - um período maior do que a história inteira do
Brasil como uma República independente! Foi absorvida na Igreja
Ocidental, ou Romana, durante o século IV da era cristã. Senão a partir
do século V que a Igreja Romana ordenou que se comemorasse oficialmente
como uma festividade cristã! Jesus não nasceu em
25 de dezembro? Jesus nem sequer nasceu na estação do inverno! Quando Jesus nasceu,
"Ora, havia naquela mesma região pastores que estavam no campo, e
guardavam durante as vigílias da noite o seu rebanho." (Lucas 2:8)
Isto nunca poderia
ter acontecido na Judéia no mês de dezembro. Os pastores recolhiam os
rebanhos das montanhas e dos campos e colocavam-nos no curral no mais
tardar até o dia 15 de outubro, para protegê-los do frio e da estação
chuvosa que se seguia. Veja que a própria
Bíblia fornece provas, em Cantares de Salomão 2:11 e am Esdras 10:9-13,
de que o inverno era uma estação chuvosa, não permitindo aos pastores
permanecerem ao ar livre nos campos durante a noite. "Durante a época da
Páscoa (começo da primavera) era costume antigo dos judeus daqueles dias
levarem as ovelhas aos campos e desertos, e recolhê-las ao começo das
primeiras chuvas", afirma Adam Clarke no seu Commentary, (vol. 5, pág.
370, edição de New York). A seguir esta mesma
autoridade declara: "Os pastores cuidavam dos seus rebanhos dia e noite
durante todo e tempo que permaneciam fora..." as primeiras chuvas
começavam no princípio do mês de "Marchesvan", que corresponde parte dos
meses de outubro e novembro do nosso calendário (começa às vezes em
outubro), descobrimos que as ovelhas estavam nos campos ao ar livre
durante todo o verão. E como os pastores não haviam ainda recolhido os
seus rebanhos, é um argumento provável que outubro não havia ainda nem
começado, e que, consequentemente, nosso Senhor não nasceu em 25 de
dezembro, quando nenhum rebanho estava no campo; nem mesmo poderia ter
nascido depois do mês de setembro, já que os rebanhos estavam ainda no
campo durante a noite, apenas uma ocorrência cronológica... Veja as
citações dos "Talmudistas em Lightfoot." "Qualquer
enciclopédia ou outra autoridade, poderá lhe dizer que Cristo não nasceu
no dia 25 de dezembro. A enciclopédia Católica francamente testifica
este fato."
A data exata do
nascimento de Jesus é inteiramente desconhecida conforme todas
autoridades no assunto afirmam, muito embora se eu tivesse espaço
disponível neste artigo, mostrar-lhe-ia passagens nas escrituras que,
fortemente indicam que foi no começo do outono - provavelmente em
setembro, aproximadamente seis meses depois da Páscoa. Se Deus desejasse que
guardássemos e comemorássemos o nascimento de Cristo, Ele não teria
ocultado tão completamente a data exata. Como este costume pagão foi
absorvido pela Igreja? Como surgiu no mundo ocidental este costume
pagão?
A New Schaff-herzog
Enciclopedia of Religious Knowledge (Enciclopédia de conhecimentos
religiosos) explica-o claramente no seu artigo sobre o "Natal".
Não se pode
determinar com precisão até que ponto a data da festividade dependia da
bruxaria pagã (25 de dezembro), que seguia a Saturnália (17-24 de
dezembro) celebrando o dia mais curto do ano e o "Novo Sol"... As
festividades pagãs, Saturnália e Brumária estavam a demais profundamente
arraigadas nos costumes populares para serem abandonadas pela influência
cristã... A festividade pagã acompanhada de bebedices e orgias,
agradavam tanto que os cristãos viram com o agrado uma desculpa para
continuar a celebrá-la em grandes alterações no espírito e na forma.
Pregadores cristãos do Ocidente e do Oriente próximo, protestaram contra
a frivolidade indecorosa com que se celebrava o nascimento de Cristo,
enquanto os cristãos da Mesopotâmia acusavam os irmãos ocidentais de
idolatria e de culto ao Sol, por aceitarem como Cristã a festividade
pagã. Lembre-se que o mundo
romano era pagão. Antes do século IV, os cristãos eram poucos em número,
embora aumentassem, eram perseguidos pelos pagãos. Porém, com a chegada
de Constantino, como imperador, que no século IV fez profissão pública
de fé cristã, colocando o cristianismo ao mesmonível do paganismo, o
mundo romano passou a aceitar esse cristianismo popularizado pelo
imperador. Porém, lembre-se que eles haviam sido criados em costumes
pagãos, dentre as quais 25 de dezembro era a maior das festividades
idólatras. Era uma festa alegre com seu espírito especial. Todos se
divertiam! Não queriam renunciá-la! Este mesmo artigo da
enciclopédia Shaff-Herzog de conhecimentos religiosos, explica como a
apovação dada por Constantino do domingo, dia em que os pagãos adoravam
o Sol, e como a influência do maniqueísmo pagão que identificava o filho
de Deus como o Sol físico, proporcionou a esses pagãos do século IV,
agora "convertidos" em massa ao "cristianismo" o pretexto necessário
para chamar a festa de 25 de dezembro (dia do nascimento do deus-Sol) de
dia do nascimento do filho de Deus.
E assim foi que "o
Natal" se enraizou em nosso mundo Ocidental!
Não importa que
usemos outro nome, continua sendo a mesma valha festividade pagã de
adoração ao Sol. A única coisa que mudou foi o nome" Chame um coelho de
leão se quiser, porém continuará sendo um coelho. E da Enciclopédia
Britânica: "A partir do ano 354, alguns latinos, possivelmente,
transferiram o dia de nascimento de 6 de janeiro para 25 de dezembro,
quando se realizava uma festa mitraísta... ou nascimento do Sol
invicto... Os sírios e os armênios, que se prenderam a data de 06 de
janeiro, acusavam os romanos de idólatras e adoradores do Sol,
alegando... que a festa de 25 de dezembro tinha sido inventada pelos
discípulos de Corinto."
- A verdadeira origem
do Natal
Então, se recebemos o
Natal pela Igreja Católica Romana, e esta por sua vez recebeu do
paganismo, de onde receberam os pagãos? Qual é a origem verdadeira?
O Natal é a principal
tradição do sistema corrupto denunciado inteiramente nas profecias e
instruções bíblicas sobre o nome de Babilônia. Seu início e origem
surgiu na antiga Babilônia de Ninrode! É verdade, suas raízes datam de
épocas imediatamente posterior ao dilúvio! Ninrode, neto de Cão,
filho de Noé, foi o verdadeiro fundador do sistema babilônico que até
hoje domina o mundo - Sistema de Competição Organizado - de impérios e
governos pelo homem, baseado no sistema econômico de competição e de
lucro. Ninrode construiu a Torre de Babel, a Babilônia primitiva, a
antiga Nínive e muitas outras cidades. Ele organizou o primeiro reino
deste mundo. O nome Ninrode, em Hebraico, deriva de "Marad" que
significa "ele se rebelou, rebelde". Sabe-se bastante de
muitos documentos antigos que falam deste indivíduo que se afastou de
Deus. O homem que começou a grande apostasia profana e bem organizada,
que tem dominado o mundo até hoje. Ninrode era tão perverso que se diz
que casou-se com sua mãe, cujo nome era Semíramis. Depois de sua morte
prematura, sua mãe-esposa propagou a doutrina malígna da sobrevivência
de Ninrode como um ente espiritual. Ela alegava que um grande pinheiro
havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, que
simbolizava o desabrochar da morte de Ninrode para uma nova vida. Todo ano, no dia de
seu aniversário de nascimento ela alegava que Ninrode visitava a árvore
"sempre viva" e deixava presentes nela. O dia de aniversário de Ninrode
era 25 de dezembro, esta é a verdadeira origem da "Árvore de Natal"! Por meio de suas
artimanhas e de sua astúcia, Semíramis converteu-se na "Rainha do
Céu"dos Babilônicos, e Ninrode sob vários nomes, converteu-se no "Divino
Filho do Céu". Por gerações neste culto idólatra. Ninrode passou a ser o
falso Messias, filho de Baal: o deus-Sol. Nesse falso sistema
babilônico, "a mãe e a criança" ou a "Virgem e o menino"(isto é,
Semíramis e Ninrode redivivo), transformaram-se em objetos principais de
adoração. Esta veneração da "virgem e o menino" espalhou-se pelo mundo
afora; o presépio é uma continuação do mesmo, em nossos dias, mudando de
nome em cada país e língua. No Egito chamava-se Isis e Osiris, na Ásia
Cibele e Deois, na Roma pagã Fortuna e Júpiter, até mesmo na Grécia,
China, Japão e Tibete encontra-se o equivalente da Madona (minha dona ou
minha senhora), muito antes do nascimento de Jesus Cristo! Portanto durante os
séculos quarto e quinto, quando centenas de milhares de pagãos do mundo
romano adotavam o novo "cristianismo popular" levando consigo as antigas
crenças e costumes pagãos, cobrindo-os sobre nomes cristãos,
popularizou-se também a idéia da "virgem e o menino" (Maria após o
nascimento de Jesus, manteve relações íntimas com seu marido segundo as
escrituras - Mateus 1:24-25 - "E José, tendo despertado do sono, fez
como o anjo do Senhor lhe ordenara, e recebeu sua mulher; e não a
conheceu enquanto ela não deu à luz um filho; e pôs-lhe o nome de
JESUS." Dizer que ela permaneceu virgem é um reflexo claro desta
doutrina satãnica pagã) especialmente durante a época do Natal. Os
postais de Natal, as decorações e representações, do presépio, as
músicas da noite de Natal, como seu tema "Noite Feliz", repetem ano após
ano esse tema popular da "virgem e o menino". Nós que nascemos num
mundo cheio de costumes babilônicos, criados e mergulhados nessas coisas
toda nossa vida, fomos ensinados a reverenciar essas coisas como sendo
santas e sagradas. nunca investigamos para ver de onde vieram - se
vieram da Bíblia, ou da idolatria gentílica. Causa-nos um choque
conhecer a verdade - alguns infelizmente ficam ofendidos diante da pura
verdade, porém Deus ordena aos seus fiéis ministros em Isaías 58:1
"Clama em alta voz, não te detenhas, levanta a tua voz como a trombeta e
anuncia ao meu povo a sua transgressão". A verdadeira origem do Natal
encontra-se na antiga Babilônia. Está ligado à apostasia organizada que
mantém preso um mundo enganado por todos esses séculos. É hora de sair
da apostasia e sair de tamanho engano e astuta cilada de satanás. O
Natal (25 de dezembro) é uma mentira - João 8:13-16 - "Disseram-lhe,
pois, os fariseus: Tu dás testemunho de ti mesmo; o teu testemunho não é
verdadeiro. Respondeu-lhes Jesus:
Ainda que eu dou testemunho de mim mesmo, o meu testemunho é verdadeiro;
porque sei donde vim, e para onde vou; mas vós não sabeis donde venho,
nem para onde vou. Vós julgais segundo a carne; eu a ninguém julgo. E,
mesmo que eu julgue, o meu juízo é verdadeiro; porque não sou eu só, mas
eu e o Pai que me enviou." João 8:30-32 - " Falando ele estas coisas,
muitos creram nele. Dizia, pois, Jesus aos judeus que nele creram: Se
vós permanecerdes na minha palavra, verdadeiramente sois meus
discípulos; e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará." João
8:40-47 - "Mas agora procurais matar-me, a mim que vos falei a verdade
que de Deus ouvi; isso Abraão não fez. Vós fazeis as obras de vosso pai.
Replicaram-lhe eles: Nós não somos nascidos de prostituição; temos um
Pai, que é Deus. Respondeu-lhes Jesus: Se Deus fosse o vosso Pai, vós me
amaríeis, porque eu saí e vim de Deus; pois não vim de mim mesmo, mas
ele me enviou. Por que não compreendeis a minha linguagem? é porque não
podeis ouvir a minha palavra. Vós tendes por pai o
Diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai; ele é homicida
desde o princípio, e nunca se firmou na verdade, porque nele não há
verdade; quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio; porque é
mentiroso, e pai da mentira. Mas porque eu digo a verdade, não me
credes. Quem dentre vós me convence de pecado? Se digo a verdade, por
que não me credes?
Quem é de Deus ouve
as palavras de Deus; por isso vós não as ouvis, porque não sois de
Deus."
No Egito sempre se
acreditava que o filho de Isis (nome egípicio da "Rainha do Céu")
nascera em 25 de dezembro. O mundo pagão celebrava essa famosa data de
nascimento, na maior parte do mundo conhecido de então, muitos séculos
antes do nascimento de Cristo. O próprio Jesus, os apóstolos e a igreja
nunca celebraram o nascimento de Cristo em nenhuma época, na Bíblia não
há mandamento ou instrução alguma para celebrar, todavia somos ordenados
a lembrar sim de sua morte e ressurreição que nos proporcionou a Vida (ICo.
11:24-26; Jo. 13:14-17). Portanto os antigos "Mistérios Caldeus"
idólatras iniciados pela esposa de Ninrode, tem sido transmitido de
geração em geração pelas religiões pagãs e continua sob novos nomes de
aparência Cristã.
- Papai Noel
Alguém dirá:
Certamente que o velinho tão querido, "Papai Noel", não é uma criação
pagã. Porém ele é, e o seu caráter verdadeiro não é tão bondoso e santo
quanto muitos pensam! O nome "Papai Noel" é
uma corruptela do nome "São Nicolau" um bispo romano que viveu no século
V. Leia na Enciclopédia Britânica, vol.19 páginas 648-649, 11ª edição
inglesa, o seguinte: "São Nicolau, bispo de Mira, um santo venerado
pelos gregos e latinos no dia 6 de dezembro... A lenda de sua dádiva
oferecida as escondidas, de dotes, às três filhas de um cidadão
empobrecido..." diz se ter originado o costume de dar presentes as
escondidas no dia de São Nicolau (6 de dezembro), o que mais tarde foi
transferido para o dia de Natal. Daí a associação do Natal com São
Nicolau (Papai Noel), que sorrateiramente a idéia é fazê-lo substituir
Papai do Céu. Durante o ano os pais
castigam suas crianças por falarem mentira. Então na época de Natal.
Contam-lhes esta tamanha mentira do Papai Noel! Será demais pensar então
que muitos deles ao crescerem e conhecerem a verdade, comecem a
acreditar também que Deus é um mito? Um rapazinho,
sentindo-se triste e disiludido sobre a verdade de Papai Noel, comentou
com o seu companheirinho: "Eles vão ver. Vou investigar também essa
história de Jesus Cristo". É um ato cristão ensinar às crianças mitos e
mentiras? Deus declara: "Não dirás falso testemunho contra o teu
próximo." (Êxodo 20:16). Pode ser que pareça certo, e que seja
justificável pela razão humana, porém Deus acrescenta: "Há um caminho
que ao homem parece direito, mas o fim dele conduz à morte." (Provérbios
14:12). O "velinho" de barba
branca é sempre alguém que se disfarça para parecer bonzinho! Satanás
também se mostra como "anjo de luz" para enganar! (veja IICo 13:14; Apo.
12:9) Haverá uma conexão?! E assim, quando
examinamos os fatos, ficamos surpreendidos grandemente ao saber que a
prática da observância do Natal não é, afinal, uma prática cristã
verdadeira, porém um costume pagão - um dos caminhos de babilônia que o
mundo continua seguindo!
- A árvore de Natal e
a coroa de azevinho
O que diz a Bíblia
sobre a árvore de Natal? Se a Bíblia nada diz para comemorarmos o Natal,
nem mesmo registra tal observância da parte dos apóstolos ou da
verdadeira Igreja primitiva, ela tem algo a dizer sobre a árvore de
Natal! Isto será uma suspresa real para muitos, mas aqui está. Jeremias 10:2-4 -
"Assim diz o Senhor: Não aprendais o caminho das nações, nem vos
espanteis com os sinais do céu; porque deles se espantam as nações, pois
os costumes dos povos são vaidade; corta-se do bosque um madeiro e se
lavra com machado pelas mãos do artífice. Com prata e com ouro o
enfeitam, com pregos e com martelos o firmam, para que não se mova."
Deus nos ordena não
imitar esse caminho nem segui-lo! Certas pessoas se enganam ao pensar
que isso significa que não faz mal ter uma árvore de Natal. Com ela nos
associamos à festividade gentílica. As idéias referentes a árvores
sagradas são muito antigas. Uma antiga fábula babilônica falava de um
pinheirinho que nasceu de um tronco morto. O velho tronco simbolizava
Ninrode morto e o novo pinheirinho que Ninrode tinha vindo viver
novamente em Tamuz! Entre os druidas, o carvalho era sagrado, entre os
egípicios as palmeiras, em Roma era o Abeto, que era decorado com
cerejas negras durante a Saturnália (Walsh Curiosities of popular
customs, pág. 242). O deus escandinavo Odin era crido como um que dava
presentes especiais na época de Natal a quem se aproximava do seu Abeto
Sagrado. Sabemos que as pessoas, na sua maioria, não adoram árvores,
contudo vemos claramente que adquiriram a idéia gentílica por
ignorância. Outros costumes
pagãos, além dos costumes tradicionais de Natal que observamos, sem
percebermos, importamos outros mais que, por serem de origem pagã, são
logo colocados com entusiasmo como: "a coroa de azevinho" às vezes
conhecida por "coroa de Natal", o qual se enfeita a porta de muitos
lares "cristãos"e o madeiro que se queima em lareira durante o Natal, às
vezes chamados de "acha de Natal" são relíquias de eras pré-cristãs
(isto é, pagãs), segundo a Enciclopédia Americana.
Frederick J. Haskins
no seu livro Answers to Questions (Respostas a indagações), refere-se à
coroa e a árvore de Natal. As autoridades no assunto acreditam poder
identificar o uso da coroa de azevinho com os "costumes pagãos de
decorar as residências, os edifícios e os lugares de culto religioso, na
festa em que ocorria durante o tempo em que se comemora o Natal. A
árvore de Natal vem do Egito, e sua origem data de um período muito
antes da era natalina". Até mesmo acender
lenhas em fogueiras e velas como cerimônia cristã é meramente
perpetuação de um costume pagão de estimular o deus-Sol em declínio
quando ele atinge o ponto mais baixo ao Sul da abóboda celeste!
- Os presentes de
Natal
E a troca de
presentes, não será bíblica? O ponto culminante de toda esta observância
natalina - a época de fazer compras de Natal - De comprar e trocar
presentes com familiares e amigos - muitos exclamarão em triunfo "Bem,
pelo menos a Bíblia assim nos diz para proceder! Não deram presentes os
Reis magos do Oriente quando Cristo nasceu?" Novamente
encontraremos mais surpresas ao conhecermos a pura verdade. Antes porém
vamos examinar a origem histórica dos costumes de dar e receber
presentes para depois ver o que a Bíblia nos diz a esse respeito. Da biblioteca sacra
vol. 12, páginas 153-155, citamos o seguinte: "A troca de presentes
entre amigos é característica tanto do Natal quanto da Saturnália" e
deve ter sido adotada do mundo pagão pelos cristãos, como plenamente
mostra a admoestação de tertuliano. O fato é que este
costume de trocar presentes com familiares e amigos, que se apegou ao
povo durante a época de Natal, não tem nada de cristianismo, ainda que
pareça estranho! Isto não comemora o nascimento de Cristo, nem honra o
nascimento nem a pessoa dele! Suponha que sua mãe
esteja fazendo aniversário. e por isso deseja honrá-la neste dia, você
compraria presente para todos, trocaria presentes com um e com outro de
seus amigos e familiares, e ignoraria qualquer presente para aquela que
cujo nascimento deseja honrar? Bastante absurdo quando visto desta forma
não é? No entanto é
precisamente isto que fazem as pessoas por todas as partes do mundo!
Honram um dia no qual Cristo não nasceu, gastando todo dinheiro que
conseguem juntar para comprar presentes, para trocar um e com outro de
seus amigos e familiares. O mês de dezembro costuma ser o mês mais pobre
para a OBRA DE CRISTO! Todos estão ocupados trocando presentes entre si
para lembrarem dele e da sua obra, pelo que parece é que eles têm que se
equilibrar pelas dívidas feitas por causa do Natal, assim, raramente
retornam ao normal, no apoio de Cristo e sua obra, senão por volta do
mês de março! Agora considere o que
a Bíblia diz a respeito das ofertas que os Reis magos deram quando
Cristo nasceu. Está em Mateus 2:1-11 - "Tendo, pois, nascido Jesus em
Belém da Judéia, no tempo do rei Herodes, eis que vieram do oriente a
Jerusalém uns magos que perguntavam: Onde está aquele que é nascido rei
dos judeus? pois do oriente vimos a sua estrela e viemos adorá-lo. O rei
Herodes, ouvindo isso, perturbou-se, e com ele toda a Jerusalém; e,
reunindo todos os principais sacerdotes e os escribas do povo,
perguntava-lhes onde havia de nascer o Cristo. Responderam-lhe eles: Em
Belém da Judéia; pois assim está escrito pelo profeta: E tu, Belém,
terra de Judá, de modo nenhum és a menor entre as principais cidades de
Judá; porque de ti sairá o Guia que há de apascentar o meu povo de
Israel. Então Herodes chamou secretamente os magos, e deles inquiriu com
precisão acerca do tempo em que a estrela aparecera; e enviando-os a
Belém, disse-lhes: Ide, e perguntai diligentemente pelo menino; e,
quando o achardes, participai-mo, para que também eu vá e o adore. Tendo eles, pois,
ouvido o rei, partiram; e eis que a estrela que tinham visto quando no
oriente ia adiante deles, até que, chegando, se deteve sobre o lugar
onde estava o menino. Ao verem eles a estrela, regozijaram-se com grande
alegria. E entrando na casa, viram o menino com Maria sua mãe e,
prostrando-se, o adoraram; e abrindo os seus tesouros, ofertaram-lhe
dádivas: ouro incenso e mirra."Dádivas oferecidas a
Cristo? Note, inquiriram pelo menino Jesus. Nascido Rei dos Judeus!
Então por que lhe ofereceram dádivas? Por ser dia do seu aniversário? De
maneira alguma pois chegaram muitos dia ou semanas depois da data de seu
nascimento: Seria para deixar-nos um exemplo, para trocarmos presentes
uns com os outros? Não, note cuidadosamente! eles deram as ofertas a
Cristo, não para os amigos e parentes deles, ou qualquer outro!
Por que? Permita-me
transcrever o que diz Adam Clarke, em seu Adam Clarke Commentary, vol. V
pág. 46 , vers.11 (oferta-lhe dádivas). "Os povos do Oriente
nunca chegam na presença de Reis ou de grandes personagens sem um
presente nas mãos." O costume é
freqüentemente encontrado no Velho Testamento, e está em vigor no
Oriente, inclusive em algumas ilhas descobertas recentemente nos mares
do Sul.
Eis o motivo! Os reis
magos não estavam instituindo um novo sistema cristão de permuta de
ofertas com amigos para honrar o nascimento de Cristo! Agiam conforme ao
antigo costume Oriental de levar ofertas ao apresentar-se diante de um
rei. Eles compareciam perante a presença do Rei dos Judeus em pessoa.
Portanto o costume ditava que ofertassem alguma dádiva, da mesma que a
Rainha de Sabá trouxe ofertas a Salomão, assim como hoje muitos que
visitam um Chefe de Estado levam consigo um presente. O costume de dar e
receber presentes de Natal não tem nada a ver com esse incidente
registrado nas Escrituras, porém, de fato, é a continuação de um antigo
costume pagão. Em vez de honrar a Cristo, tal costume invariavelmente
retarda a sua obra, freqüentemente dificultando-a cada ano na época do
Natal. Há um argumento
utilizado com freqüência para justificar a observância do Natal. Muitos
ainda insistem: "mesmo assim, muito embora o Natal foi um costume pagão
honrando o falso deus-Sol, não mais se observa o Natal para honrar o
falso deus, mas sim para honrar a Cristo". Porém, como responde Deus em
sua Palavra? Deuteronômio 12:1-2 -
"São estes os estatutos e os preceitos que tereis cuidado em observar na
terra que o Senhor Deus de vossos pais vos deu para a possuirdes por
todos os dias que viverdes sobre a terra. Certamente destruireis todos
os lugares em que as nações que haveis de subjugar serviram aos seus
deuses, sobre as altas montanhas, sobre os outeiros, e debaixo de toda
árvore frondosa;" Deuteronômio 12:30-32 - " Guarda-te para que não te
enlaces para as seguires, depois que elas forem destruídas diante de ti;
e que não perguntes acerca dos seus deuses, dizendo: De que modo serviam
estas nações os seus deuses? pois do mesmo modo também farei eu. Não
farás assim para com o Senhor teu Deus; porque tudo o que é abominável
ao Senhor, e que ele detesta, fizeram elas para com os seus deuses; pois
até seus filhos e suas filhas queimam no fogo aos seus deuses. Tudo o
que eu te ordeno, observarás; nada lhe acrescentarás nem diminuirás."
Deus afirma
plenamente em seu livro de instruções para nós, que não vai aceitar esse
tipo de culto, muito embora feito com a intensão de honrá-lo. Para Ele
você está usando o que lhe é abominável, e assim honra não a Ele, mas
aos falsos deuses pagãos.
Jesus disse
plenamente: "Deus é Espírito, e é necessário que os que o adoram o
adorem em espírito e em verdade." (João 4:24). E o que é a verdade? A
Palavra de Deus - AS ESCRITURAS SAGRADAS - Deus não aceitará quando
alguém usar de costume ou maneira pagã de culto para tentar honrar,com
isso, a Cristo. Ter uma árvore de
Natal em casa é o mesmo que ter uma imagem ou ídolo "santo". Certamente
você deve questionar! "Eu tenho, mas não adoro". Mas Deus diz " NÃO
TERÁS OUTROS DEUSES ALÉM DE MIM" Êxodo 20:1-6 - "Então
falou Deus todas estas palavras, dizendo: Eu sou o Senhor teu Deus, que
te tirei da terra do Egito, da casa da servidão. Não terás outros deuses
diante de mim. Não farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma do
que há em cima no céu, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da
terra. Não te encurvarás diante delas, nem as servirás; porque eu, o
Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos
filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam e uso de
misericórdia com milhares dos que me amam e guardam os meus
mandamentos." Em João 17:17 Jesus
ora ao Pai para que fôssemos santificados na verdade e reforça, "a tua
Palavra é verdade". A Bíblia diz que Deus não aceitará quando alguém
usar de costume ou maneira gentílica de culto para tentar honrar a
Cristo. Novamente Jesus
disse: "Mas em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de
homem." (Mateus 15:9). A OBSERVÂNCIA DO NATAL É PRECEITO DE HOMENS e
isto foi proibido por Deus como já vimos. Além disso, Jesus
disse: " E assim por causa da vossa tradição invalidastes a palavra de
Deus." (Mateus 15:6). É precisamente isto o
que, hoje, milhões de pessoas estão fazendo. IGNORAM O MANDAMENTO DE
DEUS! Ele ordena com respeito ao uso de costumes pagãos para honrar ou
adorar a Deus "Não farás assim com o Eterno teu Deus". Mesmo assim a
maioria não leva a sério este mandamento, antes considera-o sem valor e
segue a tradição dos homens em observar o Natal.
Não se enganem! Deus
não vai permitir que O desafiem e O desobedeçam.
Jesus é a palavra de
Deus viva em pessoa, e a Bíblia é a Palavra de Deus em forma de Escrita.
E assim por causa da
vossa tradição invalidastes a palavra de Deus. A Palavra de Deus não
pode ser desprezada ou ignorada. Estamos em Babilônia (confusão) e não
sabemos, o Natal tornou-se em uma festa comercial patrocinada e
explorada pela mais forte campanha publicitária do ano. Em muitas lojas
encontra-se alguém mascarado de "Papai Noel". A propaganda nos mantém
iludidos e enganados com a "beleza do espírito do Natal". Os jornais que
publicam esses anúncios, também imprimem editoriais em linguagem
colorida, exaltando e elogiando a época pagã e o seu "espírito". O público crédulo e
simples já se encontra tão inoculado com esta falsidade, que muitos
ficam ofendidos quando se lhes diz a verdade. Porém o "espírito do
Natal" é revivido cada ano, não para honrar a Cristo, mas para vender
mercadorias! Igual a todos os enganos de satanás, o qual aparece como um
"anjo de luz" "E não é de admirar, porquanto o próprio satanás se
disfarça de anjo de luz" (IICo 11:14). O Natal mostra-se sobre um falso
aspecto de bondade. Milhões de Reais são gastos nesses disperdícios de
mercadoria a cada ano, enquanto a causa de Cristo deve sofrer! Isto faz
parte do sistema econômico de Babilônia! Nós alegamos que somos nações
cristãs, porém sem o saber, estamos em Babilônia, tal como predisse a
profecia bíblica , Apocalipse 18: "Depois destas coisas vi descer do céu
outro anjo que tinha grande autoridade, e a terra foi iluminada com a
sua glória. E ele clamou com voz forte, dizendo: Caiu, caiu a grande
Babilônia, e se tornou morada de demônios, e guarida de todo espírito
imundo, e guarida de toda ave imunda e detestável. Porque todas as
nações têm bebido do vinho da ira da sua prostituição, e os reis da
terra se prostituíram com ela; e os mercadores da terra se enriqueceram
com a abundância de suas delícias. Ouvi outra voz do céu dizer: Sai
dela, povo meu, para que não sejas participante dos sete pecados, e para
que não incorras nas suas pragas. Porque os seus pecados se acumularam
até o céu, e Deus se lembrou das iniqüidades dela. Tornai a dar-lhe como
também ela vos tem dado, e retribuí-lhe em dobro conforme as suas obras;
no cálice em que vos deu de beber dai-lhe a ela em dobro. Quanto ela se
glorificou, e em delícias esteve, tanto lhe dai de tormento e de pranto;
pois que ela diz em seu coração: Estou assentada como rainha, e não sou
viúva, e de modo algum verei o pranto. Por isso, num mesmo dia virão as
suas pragas, a morte, e o pranto, e a fome; e será consumida no fogo;
porque forte é o Senhor Deus que a julga. E os reis da terra, que com
ela se prostituíram e viveram em delícias, sobre ela chorarão e
prantearão, quando virem a fumaça do seu incêndio; e, estando de longe
por medo do tormento dela, dirão: Ai! ai da grande cidade, Babilônia, a
cidade forte! pois numa só hora veio o teu julgamento. E sobre ela
choram e lamentam os mercadores da terra; porque ninguém compra mais as
suas mercadorias: mercadorias de ouro, de prata, de pedras preciosas, de
pérolas, de linho fino, de púrpura, de seda e de escarlata; e toda
espécie de madeira odorífera, e todo objeto de marfim, de madeira
preciosíssima, de bronze, de ferro e de mármore; e canela, especiarias,
perfume, mirra e incenso; e vinho, azeite, flor de farinha e trigo; e
gado, ovelhas, cavalos e carros; e escravos, e até almas de homens.
Também os frutos que a tua alma cobiçava foram-se de ti; e todas as
coisas delicadas e suntuosas se foram de ti, e nunca mais se acharão. Os
mercadores destas coisas, que por ela se enriqueceram, ficarão de longe
por medo do tormento dela, chorando e lamentando, dizendo: Ai! ai da
grande cidade, da que estava vestida de linho fino, de púrpura, de
escarlata, e adornada com ouro, e pedras preciosas, e pérolas! porque
numa só hora foram assoladas tantas riquezas. E todo piloto, e todo o
que navega para qualquer porto e todos os marinheiros, e todos os que
trabalham no mar se puseram de longe; e, contemplando a fumaça do
incêndio dela, clamavam: Que cidade é semelhante a esta grande cidade? E
lançaram pó sobre as suas cabeças, e clamavam, chorando e lamentando,
dizendo: Ai! ai da grande cidade, na qual todos os que tinham naus no
mar se enriqueceram em razão da sua opulência! porque numa só hora foi
assolada. Exulta sobre ela, ó céu, e vós, santos e apóstolos e profetas;
porque Deus vindicou a vossa causa contra ela. Um forte anjo levantou
uma pedra, qual uma grande mó, e lançou-a no mar, dizendo: Com igual
ímpeto será lançada Babilônia, a grande cidade, e nunca mais será
achada. E em ti não se ouvirá mais o som de harpistas, de músicos, de
flautistas e de trombeteiros; e nenhum artífice de arte alguma se achará
mais em ti; e em ti não mais se ouvirá ruído de mó; e luz de candeia não
mais brilhará em ti, e voz de noivo e de noiva não mais em ti se ouvirá;
porque os teus mercadores eram os grandes da terra; porque todas as
nações foram enganadas pelas tuas feitiçarias. E nela se achou o sangue
dos profetas, e dos santos, e de todos os que foram mortos na terra."
- Orientação:
Mesmo querendo fazer
a vontade de Deus como fiéis discípulos, somos surpreendidos por
situações que ficamos chocados e atônitos, que nos trazem até embaraços
para acertar nossas vidas erradas com a realidade divina. Contudo, nem
tudo está perdido. Temos um Deus que transforma maldição em bênção.
Agora não somos mais ignorantes quanto a festividade iniciada na
Babilônia. Qual deve ser então nosso procedimento prático?
1 - Tirá-la
totalmente do nosso coração. Lançar fora toda dependência sentimental da
data do Sol Invictus (25 de dezembro)
2 - Instruírmos
nossos filhos e discípulos: "conhecereis a verdade e a verdade vos
libertará." João 8:32
3 - Nos livramos de
todo enfeite com motivos natalinos, pois sabemos suas origens.
4 - Não ficarmos
sujeitos financeiramente à comidas importadas típicas. É um dia como
qualquer outro.
5 - Resistirmos ao
espírito satânico de gastos no Natal, principalmente se ouverem dívidas.
Vigiar as "ofertas do Papai Noel". Só devemos comprar o necessário.
Mamon, demônio das riquezas, criou dependência na mente humana onde as
pessoas têm de estar nas festividades de fim de ano com casa nova, roupa
nova etc. ("Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar a
um e amar o outro, ou há de dedicar-se a um e desprezar o outro. Não
podeis servir a Deus e às riquezas." Mateus 6:24).
6 - Devemos
aproveitar a data ("Andai em sabedoria para com os que estão de fora,
usando bem cada oportunidade." Colossenses 4:5) para estar com parentes
e amigos em suas casas falando da necessidade do nascimento de Jesus em
seus corações, pois este é o verdadeiro presente que o "aniversariante"
quer receber. É um propício momento evangelístico, quando encontramos
pessoas com o coração aberto para ouvir de Jesus.
7 - Entender que a
maioria dos crentes não visualiza a situação do Natal, preferindo viver
segundo seus sentimentos e tradições.
8 - Não confundir
Passagem do Ano com Natal. Não é errado desejar feliz Ano Novo para
alguém, mas, sim, Feliz Natal. Podemos usar algumas expressões. Ex.: -
Que Jesus nasça no seu coração (ou na sua vida)!
" E não vos
conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa
mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita
vontade de Deus." (Romanos 12:2)
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Fonte :
Cd estudos palavra
prudente
www.palavraprudente.com.br
Adaptação :
Pr. Adelcio Ferreira
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