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“Os três Magos que
visitaram o menino Jesus:
Quem eram, de onde
vieram, e como
souberam que Ele
tinha nascido?”
Quando estudamos a
profecia das Setenta Semanas, em Daniel 9:24-27, percebemos como ela é
importante nos dias atuais para nós que estamos observando quando o
Anticristo aparecerá na cena mundial. Prepara-se para um choque e para
receber novos esclarecimentos.
Como os magos
souberam que a estrela que viram no céu era tão especial que partiram em
uma longa viagem a camelo para apresentarem presentes ao futuro Rei?
Espere um minuto! Quem lhes disse sobre o Rei? Além disso, aqueles
homens nem mesmo eram judeus; eram pagãos, adoradores de Zoroastro!
Como eles podiam
saber algo sobre o recente nascimento do Messias judeu que tinha sido
profetizado por tanto tempo? Quando avançamos 33 anos no tempo, vemos
Jesus chorando pelo povo de Jerusalém, pois não o reconheceram como o
Messias. Ele disse: “Se conheceras por ti mesma ainda hoje o que é
devido a paz! Mas isto está agora oculto aos teus olhos. Pois sobre ti
virão dias em que os teus inimigos te cercarão de trincheiras e, por
todos os lados, te apertarão o cerco; e te arrasarão e aos teus filhos
dentro de ti; não deixarão em ti pedra sobre pedra porque não
reconheceste a oportunidade da tua visitarão.” (Lucas 19:42-44)
Mostraremos que Jesus
tinha todo o direito de esperar que as pessoas soubessem quando ele
apareceria, pois esse segredo precioso tinha sido revelado ao profeta
Daniel mais de 500 anos antes.
A profecia mais
importante de toda a Bíblia
O fato de Daniel ser
um funcionário graduado no governo babilônico é muito significativo no
nosso estudo, pois somente os oficiais graduados e os líderes religiosos
importantes daquele tempo tinham acesso aos livros, pois não havia
imprensa, somente manuscritos. Os três sábios que foram visitar o menino
Jesus eram estudiosos e, portanto, tinham acesso aos escritos de Daniel.
Além disso, os três eram magos, uma ordem da religião pagã de Zoroastro,
na Média e na Pérsia. {1} Os magos eram antigos intérpretes dos sonhos e
eram astrólogos (prognosticares), encantadores, feiticeiros e mágicos. O
rei os chamava de “sábios”, pois eles o convenceram que podiam oferecer
bons conselhos e interpretar seus seus sonhos. Hoje, entretanto, nós os
chamaríamos de feiticeiros. Sempre que um rei pagão conquistava uma
outra nação, ele tomava os melhores jovens e os melhores “sábios” e
levava-os para sua corte, para orientá-lo.
Na bíblia, vemos os
magos na corte do rei babilônico Nabucodonozor. Na verdade, os magos
tinham muito respeito por Daniel, pois ele salvou as vidas dos magos do
seu tempo. Você deve lembrar da história:
O rei Nabucodonozor
teve um sonho terrível, dado por Deus, e ficou muito perturbado. No
entanto, ele não conseguia se lembrar do sonho e nem sabia o que
significava. O rei convocou todos os magos, incluindo Daniel, e exigiu
que eles lhe dissessem qual tinha sido o sonho e qual era a
interpretação. Ele os ameaçou de morte se não lhe dissessem qual tinha
sido o sonho e o que significava. Quando os soldados foram cumprir a
ordem do rei de matar todos os magos, Daniel pediu mais um prazo. Após
muita oração de Daniel e de seus três companheiros, Hananias, Misael e
Azarias, Deus revelou o sonho a Daniel e o rei Nabucodonozor poupou as
vidas dos magos. (Daniel 2:1-19)
Daquele momento em
diante, os magos reverenciavam muito a Daniel, pela grande visão que
recebera de Deus. Provavelmente eles não creram em Deus como o único
Deus do universo; mas em vez disso, creram que era mais poderoso daquele
tempo, e certamente muito poderoso em qualquer época. No entanto, ainda
continuaram sendo politeístas.
Os magos que
visitaram o menino Jesus conheciam os escritos de Daniel, sem dúvida
tinham cópias do seu livro e conheciam a profecia das setenta semanas.
Quando a estrela apareceu no céu, eles sabiam que estava na época de
aquela profecia se cumprir. Quando viram a estrela, seu conhecimento
daquela profecia incrivelmente precisa, mais a ação motivadora do
Espírito Santo, fez com que embarcassem em uma longa jornada até Israel
para prestar homenagem ao Messias judeu.
Vamos agora
considerar essa impressionante profecia do livro de Daniel.
Vamos estudar a
profecia referente ao tempo da vinda de Jesus Cristo, dada com
detalhes inacreditáveis quase 500 anos antes de Ele nascer. Você
verá que Deus anunciou o dia exato em que Jesus se apresentaria
aos judeus como o longamente aguardado Messias! (cumprindo ao pé da
letra em Mateus 21:1-11)
Uma profecia inigualável
Daniel 9:24-26,
“Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua
santa cidade para fazer cessar a transgressão, para dar fim aos pecados,
para expiar a iniquidade, para trazer a justiça eterna, para selar a
visão e a profecia, e para ungir o Santo dos Santos. Sabe, e entende:
desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém, até ao
Ungido ao Príncipe, sete semanas e setenta e duas semanas: as praças e
as circunvalações se reedificarão, mas em tempos angustiosos. Depois das
sessenta e duas semanas será morto o Ungido, e já não mais estará; e o
povo de um príncipe, que há de vir, destruirá a cidade e o santuário, e
o seu fim será num dilúvio, e até ao fim haverá guerra; desolações estão
determinadas. Ele fará firme aliança com muitos por uma semana; na
metade da semana fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares; sobre
a asa das abominações virá assolador, até que a destruição, que está
determinada, se derrame sobre ele.”
A semana mencionada
no verso 27, refere-se a última semana de anos, um período que chamamos
de tribulação.O termo semana referindo-se a sete anos era comum entre os
judeus. O termo vem da ordem de Deus em Levítico 25:1-7 para cultivar um
campo por seis anos, permitindo que descanse no sétimo ano. Esse período
de sete anos veio a ser conhecido como “semana de anos”. Portanto,
Setenta Semanas (de Anos) são 490 anos.
Observe que essa
profecia tem três partes:
Sete semanas de anos
(49 anos)
Sessenta e duas
semanas de anos (434 anos)
Uma semana de anos (7
anos)
No ponto exato na
história quando as 7+62 Semanas de Anos se cumpriram, Israel podia
esperar que o Messias se apresentasse. Que grande notícia! Isso
significava que Israel não podia deixar de perder o Messias! Tudo
que os israelitas precisaram fazer era contar , acompanhar os
eventos atuais que se desdobravam e conhecer essa profecia. Este
estudo mostra-nos várias coisas:
Que os magos sabiam
que a vinda do Messias estava próximo.
Porque Israel deixou
de esperar o Messias.
Como isso se aplica a
nós hoje.
Vamos agora
considerar o significado da profecia:
Duração da profecia:
Essa profecia
estipulava que o Messias seria apresentado a Israel e que seria morto
após a passagem de 69 semanas de anos desde o ponto inicial. Quando
multiplicamos 69x7, compreendemos que o tempo envolvido aqui é igual a
483 anos. Como no calendário judaico lunar o ano tem 360 dias, podemos
facilmente ver que Deus está falando sobre 173.880 dias. Portanto,
podemos esperar que 173.880 dias após o período inicial dado na
profecia, o Messias se apresentaria a Israel como Rei.
Ponto inicial da profecia (Daniel 9:25a)
Neste verso, Deus
disse que a profecia iniciaria “desde a saída da ordem para restaurar e
para edificar Jerusalém...” Quando Deus deu essa profecia a Daniel,
Israel estava cativo na Babilônia; no entanto, Deus já tinha anunciado
anteriormente, por meio do profeta Jeremias, que esse cativeiro duraria
70 anos. Esse período de 70 anos estava terminando rapidamente; na
verdade a história registra que o rei medo-persa Artaxerxes emitiu o
decreto autorizando a reconstrução de Jerusalém em 14 de março de 445
AC. Portanto, exatamente 173.880 dias após essa data, deveria levar-nos
a algum evento significativo na vida de Jesus em que ele seria
apresentado à nação de Israel como o Messias.
A matemática da profecia
A). As primeiras sete semanas:
Se você estudar o
livro de Neemias, verá o relato da migração dos judeus para
reconstruírem Jerusalém após o decreto de Ataxerxes. Neemias assumiu a
liderança dos esforços para a reconstrução, que foi realizada com tantas
dificuldades e sob tantas ameaças dos inimigos, que os construtores
carregavam espadas na cintura enquanto trabalhavam na reedificação
dos muros. Assim, a profecia do verso 25b foi cumprida: “as praças se reedificarão, mas em tempos angustiosos.”
Esse esforço começou
em 445 AC e culminou em 396, exatamente 49 anos, conforme profetizado.
B. O segundo período (62 semanas de anos, ou 483 anos)
Daniel 9:26 fala
sobre o “Ungido”, que viria após esse período de tempo e que seria
morto. Os estudiosos mais conservadores compreendem que essa passagem
refere-se a Jesus Cristo, não no nascimento, mas em sua apresentação
como o Príncipe, o Messias. {2}. “Existem dois eventos na vida de Cristo
em que ele foi apresentado oficialmente. Um foi no seu batismo e outro
foi quando entrou triunfantemente em Jerusalém.” {3} Esse último evento
tornou-se conhecido como Domingo de Ramos. Quando ocorreu? O Messias
Jesus veio a Jerusalém na Páscoa, em 6 de abril do ano 32 DC.”{4}
C. Os dois períodos combinados (7+62=69 Semanas de anos, ou 483 anos
judaicos, ou 173.880 dias)
Quando contamos de 14
de março de 445 AC até 6 de abril de 32 DC, temos 477 anos e 24 dias. No
entanto, precisamos deduzir um ano porque há somente um ano entre 1 AC e
1 DC. Isso nos dá 476 anos e 24 dias, ou 173.764 dias.
Em seguida,
precisamos adicionar 119 dias referentes aos anos bissextos durante esse
período de 476 anos (476 dividido por 4). Agora temos 173.883 dias.
No entanto existe uma
pequena imprecisão no calendário juliano quando comparado com o ano
solar. O Observatório Real de Londres, calcula que um ano juliano é
1/128 dias mais longos que o ano judaico solar. (Nota: È por esse
motivo que os anos terminados em 00 não são bissextos, exceto quando
divisíveis por 400). Quando multiplicamos 476 por 1/128, temos 3 dias.
Subtraindo 3 do valor acima, chegamos a 173.880 dias {5}.
Portanto, existem
exatamente 69 semanas de anos (173.880 dias ) entre o decreto do rei
Artaxerxes, que permitiu a reconstrução de Jerusalém, até o Domingo de
Ramos, em 6 de abril de 32 DC!! Deus anunciou que o Messias se
apresentaria a Israel como seu Rei! Vemos esse evento registrado em
Mateus 21:1-11.
Agora chegamos ao
próximo ponto: Deus anunciou de uma forma maravilhosa a Daniel o dia
exato em que o Messias se apresentaria como Rei. Os magos certamente
conheciam essa profecia e toda a reputação de Daniel como profeta.
Portanto, antes do nascimento de Jesus, eles estavam aguardando, pois
sabiam que estavam vivendo dentro de um período de menos de 40 anos da
data profetizada. Se fosse se apresentar como Messias em 30 anos ou
pouco mais, ele precisaria nascer por aquela época. Assim, os magos
estavam procurando um sinal que indicasse o nascimento do Messias. O
Espírito Santo também não deixando nada acontecer por acaso, e criou a
expectativa nas mentes desses magos, fazendo-os compreender o que
estavam prestes a observar nos céus.
Até mesmo os
presentes que os magos levaram para Jesus sugere que tinham estudado bem
a profecia de Daniel. Considere o que eles ofereceram:
Ouro –
Daniel 9:25 diz que o Messias Ungido seria um “príncipe”. O termo indica
realeza, um rei. Ouro era presente perfeito para oferecer a um rei.
Incenso –
Deus estipulou em
Êxodo 30:34-36 que o incenso seria preparado para o propósito de
fumigação sacrificial”{6} Jesus Cristo foi morto no calvário como o
sacrifício perfeito que seria aceitável a Deus para tirar o pecado de
todos os que o aceitarem,. A profecia de Daniel revela esse aspecto
sacrificial? Sim!! Em 9:26, Deus diz que o Messias seria “morto” (morto
sacrificialmente). È interessante que o incenso também era usado pelos
sacerdotes no serviço no templo. Portanto, esse presente de incenso
também aponta para Jesus Cristo como o Sumo Sacerdote final, um cargo
que ele assumiu após sua ascensão aos céus.
Mirra –
Os judeus usavam a mirra para embalsamar os corpos nos preparativos para
o enterro. {7} Novamente, o verso citado anteriormente também deve Ter
dado uma indicação aos magos sobre quais presentes oferecer.
È extremamente
interessante que dois dos presentes que os magos ofereceram ao menino
Jesus relacionem-se com sua morte e sepultamento. A profecia de Daniel
continha todas as informações que os magos precisavam para escolher os
presentes a dar.
A Segunda pergunta é
porque os líderes espirituais de Israel negligenciaram complemente essa
profecia, enquanto que os magos pagãos estavam atentos a ela? A resposta
é realmente bem simples. Vários séculos antes de Cristo nascer, os
líderes judeus começaram a aceitar e a propagar dois ensinos
terrivelmente errôneos. Primeiro, ensinavam que as Santas Escrituras não
deveriam ser interpretadas literalmente pois não eram totalmente
inspirados por Deus e, portanto, continham erros. Segundo, ensinavam que
as profecias não deviam ser interpretadas literalmente, mas deveriam ser
espiritualizadas. Os livros proféticos, como Daniel, não eram lidos
mais, pois continham muitas profecias. Após a passagem de várias
gerações, essa interpretação ficou solidificada, e os líderes
espirituais no tempo de Jesus desconheciam complemente essa profecia.
Assim, “não conheceram o tempo da sua visitarão.”
O significado deste
estudo para os dias de hoje é simples e óbvio. O mesmo ensino errôneo
que nega a inspiração e a inerrância das Escrituras está sendo propagado
nos dias atuais. A maioria das pessoas não sabe que mais trezentas
profecias referentes à segunda vinda de Jesus Cristo já se cumpriram ou
estão sendo cumpridas. Essas pessoas não sabem que isso nunca ocorreu
antes. Portanto, muitas pessoas estão negligenciando e perderão a
segunda visitarão de Jesus Cristo, correndo assim grande perigo
espiritual.
Jesus disse
enfaticamente que aqueles que conhecem a profecias sobre sua segunda
vinda poderão saber quando ele estará às portas (Mateus 24:33). Ele
também nos disse qual tipo de atitude precisamos Ter ao virmos a
proximidade da sua vinda; em Marcos 13:37, ele disse, “O que porém, vos
digo, digo a todos: Vigiai”. Isso significa que cada um de nós deve
estar testemunhando ativamente para seus colegas de trabalho e amigos;
devemos estar atentos aos eventos mundiais, e devemos ler nossas Bíblias
diariamente, para que o Espírito Santo nos mantenha fiéis s Jesus
Cristo, ao entrarmos nesta época de tanta enganação espiritual.
No entanto,
precisamos também aplicar outro ensino que aprendemos com essa profecia
das setenta semanas: Deus é meticulosos no cumprimento de todas suas
profecias. Ele nos diz, “Buscai no livro do SENHOR, e lede; nenhuma
dessas criaturas falhará, nem uma nem outra faltará, porque a boca do
Senhor o ordenou, e o seu espírito mesmo as ajuntará.” (Isaías 34:16).
Nenhuma das profecias de Deus falhará, de modo que eles nos instrui a
“buscar” as profecias aplicáveis para que as conheçamos e não sejamos
surpreendidos quando forem cumpridas.
Além disso, Deus
cumprirá todas as profecias referentes ao final dos tempos com a mesma
precisão que demonstrou na profecia das setenta semanas; no entanto, em
sua soberana vontade, decidiu não revelar a data exata em que o
Anticristo aparecerá. Jesus nos disse que conhecemos a estação quando
virmos o cumprimento de todas as profecias referentes ao final dos
tempos. Neste final dos tempos, precisamos deixar que Deus decida a data
exata para os acontecimentos finais.
Entretanto, em toda a
parte, as pessoas estão pressionando os ministérios que lidam com
assuntos proféticos a marcar datas. Estamos tão ansiosos para saber o
que não podemos saber que provavelmente ficaremos desanimados se uma
data falsa para um evento passar sem que ele aconteça. Precisamos estar
alertas, observar, e estar ativos trabalhando para Jesus Cristo, ao
vermos as profecias bíblicas se cumprirem ou o cenário ser armado para o
cumprimento delas. Todavia, precisamos ser pacientes e permitir que Deus
tenha controle das datas neste final dos tempos.
Tentar marcar datas
para o acontecimento é cair em uma armadilha do diabo. Sabemos que as
pessoas perdem o ânimo com facilidade, e sabemos como o povo de Deus
está ansioso para ser arrebatado e estar com Cristo nos céus. Portanto,
Deus sabe que se estivermos agoniados, preocupados com uma certa data,
poderemos ser grandemente desencorajados, e algumas pessoas poderão até
perder a fé.
A data de 6 de
dezembro de 1999, definida pelos Iluministas para a ignição do planeta
Júpiter é um bom exemplo. (Nota de A Espada do Espírito:
Em alguns artigos publicados em 1999, a Cutting Edge mencionou que a
sonda espacial Galileo estava a caminho de Júpiter transportando uma
carga de plutônio. A denotação dessa carga poderia fazer com que
Júpiter, que é um planeta gasoso, acendesse, transformando-se em uma
pequena estrela.). Embora tenhamos dito repetidamente que essa data
tinha sido frisada pelos Iluministas, muitas pessoas nos enviaram
mensagens de correio eletrônico, pensando que tínhamos fixado data. Nós
simplesmente informamos que os Iluministas estavam planejando criar um
grande sinal nos céus e tinham escolhido aquela data. A principal razão
pela qual Júpiter não se acendeu e não se transformou em uma pequena
estrela foi que não estava no tempo previsto por Deus. Pode ser que no
futuro Júpter venha a ser aceso, se Deus assim permitir que os
Iluministas anunciem a chegada do Anticristo.
Precisamos aguardar
com paciência a segunda vinda do nosso Senhor, “negociando até que ele
volte.” (Lucas 19:13)
Até que Jesus volte
para buscar, vivamos triunfantemente nossas vidas cristãs de acordo com
as premissas deste poema:
A comunidade
dos destemidos
Pertenço a comunidade dos destemidos. Tenho o poder do Espírito Santo.
Minha decisão está tomada.
Já
dei o passo à frente, não vou olhar para trás, nem parar, nem reduzir a
marcha, nem ficar inerte.
Meu
passado está redimido; meu presente faz sentido; meu futuro está
garantido.
Não
quero mais a mediocridade, nem os joelhos macios ou as distrações tolas.
Não
estou mais interessado em prosperidade, riquezas, dinheiro, sucesso,
fama ou promoções.
Não
preciso mais estar sempre com a razão, ser o primeiro, ser reconhecido,
admirado ou recompensado.
Agora vivo pela fé, descanso no poder de meu Senhor, motivado pela
oração e trabalhando sob sua direção.
Sigo
com perseverança no caminho estreito e difícil. Os companheiros são
poucos, mas meu guia é confiável e a missão é clara.
Ninguém conseguirá me seduzir, iludir, distrair, retardar ou fazer
contemporizar.
Não
vou desistir, não vou me calar, nem parar, até que tenha feito tudo o
que posso pela causa de Cristo.
Sou
um discípulo de Jesus. Preciso prosseguir até que ele volte, dar tudo o
que tenho e pregar até que todos o conheçam.
Quando ele vier para os seus, encontrará meu estandarte bem levantado.
Amém. Vem
depressa, Senhor Jesus Cristo!!
Estamos muito
próximos do momento em que Jesus Cristo virá buscar sua igreja para que
não precisemos passar pela tribulação. Se você não está desejando
ansiosamente o arrebatamento, talvez seja porque ainda não tenha obtido
a salvação. Abra seu coração para Jesus Cristo ainda hoje.
Deus abençoe.
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Atualidades
Fonte :
Notas de rodapé
1.
“Dictionary of the Bible”, editado por William Smith, The S. S. Scranton
Company, 1904 pg 501
2.
John
MacArthur Jr., “The Future of Israel”, Word of Grace Communications, pg
21
3.
Ibidem
4.
Ibidem
5.
Ibidem,
pg 22
6.
Loc.
cit. pg 273
7.
Ibidem
pg 592
Cd estudos palavra
prudente
www.palavraprudente.com.br
a/c Jeremias R. D.
P. dos Santos
Caixa postal 62596
Cep. 01214-970 – São
Paulo S.P. – Brasil
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http://www.cuttingedge.org
Que Deus o abençoe.
Autor deste artigo:
Davis Bay
Tradução: Jeremias R.
D. P. dos Santos
Adaptação :
Pr. Adelcio Ferreira
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